Patriotismo

Posted in Atitude, Atualidades, Comentário, Eleições, Notícias, Opinião, Política with tags , , on 25/06/2013 by Carlos Baltazar

Engraçado como os detentores de alguma pouca ideologia tentam tipificar o movimento que vivemos  hoje no Brasil. Aqueles cujo pensamento remonta ao início do século passado, na longínqua URSS. Outros mais próximos, desde a formação da nação americana. É possível enxergar ranços de razão carentes de resultados em ambos. O socialismo de estado foi o regime que mais exterminou pessoas porque discordavam de suas razões soberanas e divinas. E o outro deixou à míngua um bom punhado de ingênuos sonhadores. Bandeiras? Há muitas, de todas as cores. Razões? Poucas. No que acreditar? Nos belos discursos palacianos ou na voz das ruas? Seremos eternamente marionetes do poder ou protagonistas do futuro do nosso país? Quando vemos a repressão fria sobre movimentos populares, vemos clara a intenção do governo em nos manter alinhados, ao seu pequeno alcance. Na verdade ainda não tivemos uma ideologia suficiente para nos fazer felizes. Nem socialismo, nem capitalismo. Essa é a nossa encruzilhada atual. Os débeis professam teorias sociais de uma igualdade inexistente. E os outros…bem, viva a liberdade encarcerada de todos nós. Ouço pessoas se perguntarem…mas afinal porque tudo isso, para que tudo isso? Seriam os vermelhos o melhor caminho ou os que ainda teimam em ser verdes-e-amarelo é que possuem razão? Uma coisa é certa, jamais seremos dominados. Temos coragem e audácia para enfrentar os inimigos comuns da pátria de todos nós. Não iremos nos acovardar, mesmo sob uma chuva incessante de balas de borracha, bombas de gás lacrimogêneo ou gás pimenta. Isso é combustível para a coragem e alimento para o nosso patriotismo.

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p.s.: quem está no poder está brincando com fogo…

Nós não estamos brincando…

Posted in Atitude, Atualidades, Eleições, Mídia, Notícias, Opinião, Polícia, Política with tags , , , on 21/06/2013 by Carlos Baltazar

Triste quando nossos virtuosos governos conseguem ver apenas seus valiosos feitos, orgulhando-se deles como narcisamente nenhum outro o fez. Mais triste ainda quando esse estado de suficiência chega a perturbar as mentes febris dos que, num espírito crítico, deveriam fazer um mea culpa e dispor-se a enfrentar seus erros, reordenando sua conduta, seus valores, suas atitudes primeiras. O povo brasileiro, leia-se do que se pode esperar, está farto de sentir-se posto de lado. Não se pode governar apenas para as urnas. É preciso ser mais sério. A classe política, distanciada anos luz de quem lhe dá razão, mostra uma visão míope de sabedoria e autossuficiência desconexa com a Nação. O governo olha para grupos, não possui senso nacional e outros, sem mérito de ação que lhe dê propósito. Vislumbram seu presente, seu futuro e seus potes. Resultado, uma multidão de pessoas exigindo o que é seu, um país que lhes dê atenção. O problema do Brasil não é falta de recursos, mas de vergonha. Todas mais de 5000 prefeituras tem problemas de desvios de recursos, tudo com origem na corrupção oficial. A bandalheira da corrupção fez do nosso o país dos espertos. Perdemos a vergonha, perdemos a decência, faz tempo. Por isso muitos choram, não por conta do gás lacrimogêneo com que nos brindam nas ruas. Pensem senhores e senhoras, que país vós quereis ajudar ou atrapalhar construir. Ontem queimaram-se bandeiras, só não queimamos, ainda, a oportunidade de ser uma Nação de verdade.

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p.s.: o bicho ainda via pegar…

Inflação não é tomate…

Posted in Atualidades, Comentário, Consumidor, Eleições, Notícias, Opinião, Política with tags , , , on 11/04/2013 by Carlos Baltazar

Os guris e gurias de hoje não tem a menor ideia do que significa a palavra inflação. Palavra que está de volta ao noticiário de maneira preocupante e séria. A dita inflação possui efeitos devastadores na economia e na vida das pessoas. Se você pensa que é só o preço do supermercado que lhe afeta está precisando saber um pouco mais sobre o mal que quase afundou o país na década de 80, e tornou celebre a figura grotesca do “fiscal do sarney”. Tudo isso foi resultado do desarranjo econômico da época, o mesmo que estamos vivendo agora, só que com um pouco menos de gravidade. Dois tipos de inflação podem consumir nosso poder de compra. A inercial, que é o simples aumento de preços, pura especulação, e a conjuntural, essa sim é grave. E ela acontece por falta de confiança nas ações do governo e nas instituições públicas de controle, como o BC. O nosso governo é um “sugador” de dinheiro do mercado para pagar juros da dívida pública, que explodiu nos últimos 10 anos, por isso seus gastos sempre aumentam de forma exponencial. Quando a economia está em baixa, ou seja, produzimos e vendemos pouco, o governo arrecada menos, portanto precisa se socorrer mais do mercado. Esse desajuste de contas, que tem a ver com excesso de gastos, mesmo com uma carga tributária excessiva, gera incertezas, o que causa a expectativa e a prática inflacionária. É só isso. Sabe o que pode acontecer? Esse seu salário que compra 5 pares de tênis por mês vai passar a comprar 4, 3, 2, 1…até seu poder de compra virar poeira. Esse é um mal da inflação. Mas o maior deles é a falta de credibilidade do governo que pode nos colocar novamente numa espiral inflacionária. É só o que está faltando para celebrarmos a vitória da incompetência do governo federal. Boa sorte, meninos e meninas.

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p.s.: o bicho voltou pela incompetência política e administrativa do PT…

Felipão, Francisco, F…

Posted in Atualidades, Comentário, Notícias, Opinião, Política, Religião with tags , , , on 14/03/2013 by Carlos Baltazar

Ok, não comentei a ida de Felipão para a seleção brasileira, mas papa argentino eu não vou deixar barato. Sério. A Igreja Católica está brincando com a fé das pessoas. Isso é claro e sem discussão. Os desvios de conduta de suas hostes são notícia em todo o mundo. Mas por que isso acontece? Poder, dinheiro, falta de comando…? A Igreja Católica está se esfacelando em dezenas de pequenos guetos de fé. Uns mais progressistas, outros tão ou mais radicais que qualquer religião apócrifa, seja cristã ou não. A unidade pedida por Jesus vem sendo pisoteada ao longo do tempo por diversos interesses dentro e fora da fé católica. Chegamos ao cúmulo do último papa, Bento XVI, que assumiu com mão e dogmas de ferro e não conseguiu se impor à sede de poder e ganância de alguns senhores de batina vermelha. Alguns inclusive de sua confiança pessoal. Bento XVI renunciou numa última tentativa de salvar a instituição daqueles que querem servir-se dela, não servir à ela. Os desvios de comportamento não são privilégio de padres católicos. Há os bem piores em outras religiões e seitas. Mas o maior de todos os desvios é a insanidade para com a Instituição Católica, esse o maior dos pecados. Jesus criou a sua Igreja, a Católica Apostólica Romana, e queria que ela fosse o pilar da fé entre os homens. Durante séculos a Igreja foi usada por homens que usurparam de suas santas prerrogativas para realizar seus mais disformes anseios humanos. Continuam-no fazendo. Perdoe-me Francisco I, mas não creio que sua pessoa possa intervir mais do que o comum em assuntos tão delicados para a Igreja instituída. Não creio que vós, novo Chefe da Igreja possa intervir de maneira significativa nos rumos da Igreja Católica no mundo. E sinto muito por isso. Sou Cristão, batizado, crismado, cursilhista, palestrante e repleto da fé Cristã. Mas me desiludo quando vejo minha Igreja discutindo desvios de dinheiro, disputas por poder e conduta. Minha fé me obriga a ser quem sou e aceitar Aquele que dá sentido à vida, mas não me obriga a aceitar a fé reticente e maculada daqueles que não vivem a verdade Daquele que criou a nossa Igreja. Creio, sinceramente, que não estamos precisando de um novo papa, mas de uma nova Fé Cristã Católica. Não serão nacionalidades que salvarão a Igreja Católica de dias de turbulência, mas a fé de cada um dos desiludidos que abandonam sua Igreja em busca do conforto que Cristo nos concedeu em vida e após sua ressurreição. Por isso não comento escolhas, mas meu desejo que a Igreja Católica Apostólica Romana volte a reencontrar a sua fé. A fé perdida entre tantos desvios em sua longa jornada junto dos homens de boa vontade. Não creio em dogmas apocalípticos, não os concebo como a vontade Divina de Deus, o Criador. Mas creio que o maior dos apocalipses que vivemos seja essa falta de fé da Igreja em seu Inspirador e seu Guia Espiritual. Jesus trouxe algumas verdades, quer sejamos crentes Nele ou não, que superam religiões, superam filosofias, superam a própria existência humana. E é dessas verdades que a Igreja Católica vem se distanciando dia após dia, desde que percebeu que o poder dos homens poderia lhe ser útil, mas não o foi. Prova disso é a expectativa em torno de alguém ocupar o “trono” do papa. Para mim, esse é o menor dos lugares, o menos importante, porque Aquele que veio e reinou, e reina até hoje, não precisou de tronos, castelos ou títulos. Na sua mais pura simplicidade ensinou que nós podemos ser grandes sendo simples, humildes, verdadeiros. Talvez seja necessário reensinar a fé daqueles que estão à frente da Igreja Católica em nome Daquele que foi, É, e sempre O será. Amém.

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p.s.: e aproveitando, quero que o Maradona vá pra puta que o pariu…

Tinha que ser o Chaves…

Posted in Atitude, Comentário, Eleições, Notícias, Opinião, Política with tags , , on 06/03/2013 by Carlos Baltazar

A patética ausência tardia de Hugo Chaves está se revelando uma estória digna da esquerda bufante e sem propósito nacional, a não ser o da permanência no poder. Chaves era um facínora disfarçado de socialista, sempre o foi. Somente os pobres e miseráveis o adoravam, porque lhes deu as bolsas isso e aquilo de que tanto gostam. Mas o resto do país o odiava com a força dos patriotas. A insanidade de governança era tanta que Chaves simplesmente não se importava de que tantos venezuelanos fossem embora do país e seus filhos fossem para outros países estudar e crescer de uma forma livre e digna. É um país quase sem esperança da maioria, sempre deixada de lado pela mentira sórdida de que é preciso alinhar condições. A elite venezuelana está partindo da Venezuela para outros destinos, lugares que Chaves nunca conheceu e não quis propiciar aos cidadãos de lá. Sua fórmula era a das velhas comunas que o ajudavam a controlar a vontade e desespero do povo. Sim, porque povo não são só os miseráveis. Há os ricos, os intelectuais, os sindicalistas. A Venezuela caminhava para tornar-se uma Cuba com petróleo. Chaves financiou pequenos ditadores sul-americanos para vir um dia a ser aclamado o ‘libertador da América Latina”. Pobre e ingênuo. Chaves desviou bilhões de dólares do petróleo venezuelano para distribuí-lo aos miseráveis, seguindo a fórmula do assistencialismo e não do desenvolvimento. Deixou ruir a indústria petrolífera de seu país para atender com bandeirinhas seus anseios ditatoriais de comunista/socialista/vigarista. Chaves se foi e com ele a certeza de dias melhores para a Venezuela. Nós, por aqui, ficamos no aguardo da sorte, já que a oposição, incompetente como sempre, ainda está a espera de um milagre.

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p.s.: é cada vez mais frequente a presença de comunistas lendo este blog…

Fidel, Chaves e Lulla

Posted in Atitude, Atualidades, Eleições, Notícias, Opinião, Política with tags , , , on 18/02/2013 by Carlos Baltazar

A ilha dos sonhos de muitos está afundando. O paraíso utópico e ditatorial de muitos que sonhavam com a sua liberdade, mas não com a dos outros, está prestes a implodir em seus próprios limites truões. Logo a veremos ser apenas uma grande loja de veículos antigos à disposição dos endinheirados yankees. Num mundo tão vasto a semente da mentira conseguiu proliferar-se de forma tão sem propósito apenas numa ilhota, com razões ao bom e velho estilo Lost. Pobres lacaios das teorias falidas de degenerados sonhadores, que precisam golpear mentes e gentes para manterem-se vivas, feito zumbis da estética do idealismo genérico. Pobres infiéis de suas próprias convicções. Amordaçam opiniões, tentar vergar vontades na contramão de tudo o que é humano. Cerceiam sonhos, ansiedades e mortificam poucos em nome da teoria que se esvai como fezes animais num jardim de tanta esperança. Pena que a morte não os alcance cedo. Poderiam deixar apenas a frustração como herança, mas infelizmente deixam a desesperança como fruto permitido à todos os que os velam em diabólica saudade. Que bom seria se todos os facínoras da humanidade não sangrassem em morte. Pois seu sangue envenena a terra e semeia corações fracos e mentes débeis, transformando paraísos possíveis em infernos reais. Pois que morram ao menos, e vivam os pesadelos da alma por toda a eternidade infinita. E que seus aflitos pesadelos possam purificar suas almas a ponto de torná-las um sopro de esperança para os que verdadeiramente possuem a distinta cor da vida humana.

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Carnaval Papal, etc. e tal

Posted in Atualidades, Comentário, Eleições, Mídia, Notícias, Opinião, Política, Religião with tags , , , , on 13/02/2013 by Carlos Baltazar

É curiosa, mas não surpreendente, a renúncia de Bento XVI ao trono da Igreja Católica Apostólica Romana. A guerra nos bastidores da igreja vem sendo travada há mais de 30 anos, ainda no pontifício de João Paulo II. E os conflitos são vários, principalmente os de doutrina. Mas há os financeiros e, principalmente, os de poder. A igreja está sendo corroída por atos e ações que destoam de sua natureza divina. Seu rebanho aos poucos se perde em direção à seitas materialistas e que arrogam-se evangélicas ou neo-pentecostais. Na verdade o poder está mudando de mãos em todos os lugares. Do Oriente ao Ocidente. Esse rearranjo de mando certo trará consequências boas e ruins. A Primavera Árabe não passa de uma balela. Os xeiques da religião e do petróleo não vão abrir mão de suas prerrogativas, nem que para isso destruam seu próprio povo. Vide a Síria e outros. No Ocidente, a esquerda tenta se viabilizar com métodos pouco ortodoxos de governo, mas bem conhecidos de todos: a corrupção deslavada e escancarada. Além é claro do poder distante de governos fortes que interferem nos fracos, tanto política quanto economicamente. É o caso da China e seus tentáculos na América do Sul e África, e na própria Ásia. Alguém poderá perguntar, caminhamos para um governo mundial? Talvez. E a Igreja Católica sabe disso. O embate de poder intramuros da Santa Sé possui uma relevância maior do que se supõe. Não é uma questão de usar ou não camisinha, permitir casamento gay ou deixar que os padres façam a festa em suas paróquias. O resultado do próximo conclave deve ser histórico e emocionante. A igreja nunca se posicionou contra ondas de poder, e não será agora que o fará. Creio que a escolha do próximo papa será emblemática para os rumos que vamos tomar no mundo do poder. O futuro pontífice deverá estar alinhado com essas mudanças. E nós aqui discutindo se Renan deve ou não ir para o trono.

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p.s.: uma coisa é certa, a mesma guerra que está havendo no Vaticano ocorre aqui em Terra Brasilis…os bastidores estão fervilhando até mesmo em favor de um golpe militar…