Archive for the Lava-Jato Category

Ordinários, marchem!

Posted in Atitude, Atualidades, Comentário, Eleições, Lava-Jato, Mídia, Notícias, Opinião, Polícia, Política with tags , , , , , , , , , , , , , , , , on 18/09/2017 by Carlos Baltazar

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As Forças Armadas constituem a base da segurança e legitimidade dada aos governos eleitos democraticamente no país. Mas quem conhece um pouco a comunidade de informações militar sabe que esse é um recado dado, por quem sabe se fazer entender. O atual ministro do Exército é um almofadinha, que tenta liderar a força, desde os governos do PT, com um discurso de intelectualoide três estrelas. O general do Exército da ativa Antonio Hamilton Martins Mourão, que já foi Comandante Militar do Sul, foi transferido para Brasília, porque os petistas ficaram amedrontados com seu discurso e sua força militar, que poderia marchar até a capital. O medo de represálias e outros fatores, fizeram Lula e Dilma nomear fantoches para o comando das forças armadas, afinal eram guerrilheiros intelectuais e assassinos que estavam a comandar o país. Mas essa prática de enfraquecimento iniciou-se com FHC e sua didática de gestão Comunista Fabiana. Com ele as forças militares começaram a amargar cortes sucessivos de recursos, projetos e espaço. Lula seguiu seu padrinho e continuou o sufocamento e o desmonte militar. Dilma, o fantoche de Lula, seguiu suas ordens. E os comandantes militares dos petistas chegaram ao cúmulo de permitir todo tipo de interferência dos petistas em suas forças que, até mesmo há uma investigação sobre a presença de um dos filhos de Lula no recebimento de propina por conta da compra dos jatos de guerra SAAB-Gripen.

Não adianta negar que a política no Brasil faliu, por culpa da corrupção e pela inabilidade dos políticos. E pior, seu destino está nas mãos do Judiciário brasileiro. Quer coisa pior? Uma das piores elites que este país já produziu, e que se perpetua há quase 500 anos. Muitas das grandes fortunas deste país foram feitas por decisões judiciais duvidosas e por ações ilegais amparadas por essas mesmas decisões. Claro que o nível de corrupção no judiciário tem outro patamar, talvez um pouco mais próximo do que pudemos ver nos últimos noticiários, com os irmãos Batista. E os governos do PT trouxeram um agravamento absurdo no perfil desse judiciário que vemos hoje. Um poder ainda mais descolado da corrupção no Brasil e de sua sociedade. A ponto de termos uma Corte Suprema integralmente politizada. Não é à toa o recado do General Mourão aos senhores do judiciário brasileiro. A bola está com eles.

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O PMDB, desde sempre fiel escudeiro do PT, portanto igualmente corrupto, ou pior, tem mostrado que o país está na mão de bandidos. Temos presidente para dizer que temos, simples assim. Tal qual seu irmão de eleição, o PMDB possui também seu núcleo político-criminoso. E o chefe, segundo a Polícia Federal, não é ninguém mais do que mais um Presidente da República. Desde a “redemocratização” todos os presidentes do Brasil estiveram e estão envolvidos com corrupção. Isso é uma temeridade. É uma blasfêmia contra o povo humildade e pobre do Brasil. A corrupção não é exceção, mas pratica corriqueira no Brasil.

O que fazer, mudar novamente a capital do pais, como ocorreu há algumas décadas ou estabelecer leis capitais para tais senhores? Quando no Rio a corrupção estava igualmente endêmica, às raias da indecência pátria. Brasília foi um sonho que Juscelino perpetuou com um custo que até hoje a previdência não consegue suportar. Muitos ficaram milionários, inclusive o chefe do clã dois Batista, que vendia carne para as empresas que construíam a capital. Não poderia mesmo dar certo. Brasília já nasceu sob a égide da corrupção e da junção de capitães do mato, jagunços, coronéis e pistoleiros. E ainda hoje o é. Vez ou outra vemos lá um deputado ou senador nomear outro como “vossa excelência é senhor de jagunços”. Como pode dar certo?

Se acaso as Forças Armadas tomarem o poder novamente em suas mãos, será uma catástrofe, não pelos efeitos dessa própria ação, mas pela definitiva e patente incapacidade dos brasileiros civis em conduzir seu próprio destino, com decência e nacionalismo. Comunistas, Socialistas, Liberais, Democratas, todos frouxos em seu patriotismo e canalhas em suas ambições. Destruir as chances de construir uma Nação de verdade, pelo preço medíocre de serem mais ricos, num país de miseráveis. Pecado Capital, sem perdão. Deveriam ser julgados numa corte militar ou pelo próprio Deus em pessoa.

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Rebeldia ou retardo mental?

Posted in Atitude, Atualidades, Comentário, Eleições, Lava-Jato, Mídia, Notícias, Opinião, Polícia, Política, Sacanagem with tags , , , , , , , , , , , , , on 18/08/2017 by Carlos Baltazar

Ao me deparar com um post facebookiano da querida e sempre prestigiada amiga Patricia Parisotto, sobre a nova “presidenta” da UNE, não consegui resistir em fazer um outro breve post, só que aqui, no nosso Sabor Digital. Bora lá.

Que a UNE foi sempre um instrumento de retardo mental da classe universitária, por anos um joguete na mão de gente sem qualquer escrúpulo ou vergonha, todo mundo civilizado já sabia. Que a UNE foi um instrumento muito bem utilizado pelo regime militar, um receptáculo desavergonhado de recursos escusos, e que usa de factoides sacripantas que jamais souberam o que é sentar-se num banco universitário, para burlar o tal “direito à meia entrada”, até o Gilmar Mendes já sabia. Mas a coisa veio num desintegrar ao longo dos tempos, que começa realmente a preocupar. Lá atrás, os soldados do Socialismo Fabiano, e outros um pouco mais agressivos, fizeram da UNE um palco de ambiciosos políticos e do consumo sem freio de cannabis. Os zés Dirceu e Serra, o alucinado Lindbergh Farias e o inenarrável(mesmo) Franklin Martins, todos esses souberam usar a base estudantil para se dar muito bem. Galgaram um status de quimera representação estudantil e fizeram-se mestres em iludir politicamente seus seguidores, experts da acefalia política e da mentira construída.

A UNE está na mão do PCdoB há anos, muitos. Por isso a sua estupidez não cessa. Tem lá sua claque formada por PT, PDT, PSOL e, bem escondidinho, PSB. Não há pluralidade, se é que queiram saber. O debate estudantil mantem-se como nos idos anos 60 e 70, ideológico, rasteiro, fornicador. Após longos anos de construção a UNE teima em manter-se original em seu terreno, capoeirento e árido. Não há quem a impeça de continuar sua velha trilha cascorenta de meias palavras, meias verdades e inteiro teor bolchevique-revolucionário. A UNE serviu e serve para ser base de razão sem a possuir, e ser base de ação sem ter um corpo sadio. Regada a fartos goles de recursos nos governos petistas e peessedebistas, a UNE enriqueceu seus quadros e ousou até invadir presença em partidos de direita, tal qual sua matriz edificante. E

agora vemos que, ao contrário do passado, quando os estudantes ainda possuíam cérebro, embora não o tivessem usado para construir um país de verdade, temos uma “turista”(alguém se lembra do que essa carinhosa forma de tratamento significava?) como presidente da UNE. Gloriosos dezesseis anos e Marianna Dias ainda não conseguiu concluir um básico curso de pedagogia. Tudo bem que o perfil dos professores das universidades federais está mais para “lavadores de cérebros” do que mestres em essência analítica, mas eleger uma turista como presidente? Das duas uma, ou os estudantes não tem a menor noção do que estão fazendo ou a representatividade que a UNE professa é uma tremenda farsa.

A juventude precisa urgentemente encontrar uma liderança séria, alguém que tenha o mínimo de noção do que representa a EDUCAÇÃO para o Brasil. E não ser apenas um aparelho de manobra dos velhos partidos que viam o socialismo como um shangri-lá da humanidade, e que por fim tornou-se um inferno odiado por milhões. A legitimidade da representação universitária precisa urgentemente de uma reforma ética e política. Não ouvimos a UNE falar nada quando o quase Suplicy, Fernando Haddad, inventou o tal FIES para dar bilhões às universidades particulares, sem qualquer contrapartida, a título de pura sacanagem. Lógico que parte desse dinheiro voltou para os cofres dos mandatários do PT, ou somos imbecis? Não, não somos. Não vimos manifestações dos representantes da UNE quando a mal vinda Dilma cortou bilhões da educação em seus últimos dias de suplício.

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Mas afinal para que serve a UNE? Talvez para os mesmos motivos para que servem as centrais sindicais e seus sindicatos pelegos. A Esquerda Burguesa, que na verdade sempre esteve à frente das decisões políticas e de rumo, nunca visou o poder e a construção de uma sociedade plural, livre e socialista. A UNE, na verdade, é a cara dessa Esquerda, pequena e antropofágica, prostituída pela fábula de textos sem propósito democrático e socialista. Reúne, cada vez mais, destrambelhados e aloprados do que jamais será. Está na hora de cair na real seus porra-loucas.

Entrevista para o Canal Bom Saber

Posted in Arte, Atitude, Atualidades, Comentário, Eleições, Lava-Jato, Mídia, Notícias, Opinião, Polícia, Política with tags , , , , , , , , , , , , , , , , on 04/08/2017 by Carlos Baltazar

Confira minha entrevista para o Canal Bom Saber. Claro, falo de política, mas também uma análise da conjuntura econômica e social do Brasil e do mundo. Curta a entrevista e o canal.

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Brasil, agora é a sua vez !

Posted in Atitude, Atualidades, Comentário, Eleições, Lava-Jato, Mídia, Notícias, Opinião, Polícia, Política, Sacanagem with tags , , , , , , , , , on 12/07/2017 by Carlos Baltazar

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Sem dúvida hoje é um dia histórico para o Brasil. Muitos dirão que é por causa da condenação de Lulla da Silva, por conta de todas as falcatruas em que ele e sua turma petista estiveram metidos. É claro que não são apenas 13 anos, não. Essa turma vinha fazendo barbaridades em todas as cidades em que atuaram. Tai a morte de Celso Daniel que não nos deixa mentir, e o afastamento do ex-vice-prefeito de SP, Luiz Eduardo Greenhalgh e vários secretários da então prefeita Erundina. E tantos outros casos, governadores, deputados, senadores, ministros, ou seja, o conjunto do partido. Então hoje é dia de festa para os brasileiros. Um dia de verdade no meio de tantas mentiras. Um dia em que o projeto de mito nacional foi galgado à sua condição principal: réu condenado numa ação de corrupção. Sem dúvida o Brasil estará melhor a partir de hoje. Teremos um pouco mais de confiança de que nem só de canalhas vivem as instituições públicas. Ainda tem gente séria neste Brasil varonil. E tem muito mais pessoas querendo contribuir com essa seriedade, para mudar o Brasil e virar essa página lamentável da nossa história. Acabou-se a Velha e a Nova Repúblicas. Que venha uma República de verdade, que jamais tivemos desde a sua proclamação, com gente séria, propostas sérias, atitudes sérias. O povo merece. O povo precisa. O Brasil quer mais do que esses canalhas lhe deram. Fora todos os que fazem do público a sua mentira privada. Cadeia para os que sabem apenas viver com o que pertence ao povo deste Brasil sofrido e ameaçado. Saiam de suas confortáveis cadeiras e partam já para as suas meritórias e insalubres cadeias.

p.s.: para os que nunca tiveram a coragem de levantar a voz contra os ratos que sempre usurparam do que é público, contra Lulla e sua corja, querer se aproveitar agora mostra somente seu ambíguo caráter.

Acorda, Brasil !

Posted in Atitude, Atualidades, Comentário, Eleições, Lava-Jato, Mídia, Notícias, Opinião, Polícia, Política, Sacanagem with tags , , , , , , , , , , , , on 06/07/2017 by Carlos Baltazar

Esperança-divide-seus-hemisférios

Os brasileiros, essa trupe empertigada de sofrimentos, vive o tormento do porquê, afinal de contas, este país não deslancha finalmente e assume uma situação que todos esperamos desde que alguém professou o celebre adjetivo: “o país do futuro”. Não foram poucas as crises porque passamos juntos, unidos numa esperança que parece não ter fim. Mas que hoje, com essa crise política que mais parece um terremoto institucional, vai arrefecendo.

A título de exemplo, uma questão que nos é fundamental mostra, em detalhes, toda o desleixo com que nossos representantes vêm tratando “o país do futuro”. O comércio exterior, que possui um potencial de desenvolvimento importantíssimo, e que poderia nos trazer uma condição de melhoria social e estrutural, vem, desde os governos de FHC e Lulla, sendo tratado com um viés ideológico e numa total afasia de vislumbrar alguma perspectiva para o país.

Tentando impor-se com uma filosofia praticada apenas pelos que desconhecem os ritos econômicos mundiais, o Brasil tentou apoio político e econômico em países que correspondem a uma porção insignificante do PIB mundial. E até mesmo ditaduras sangrentas entraram na baila. FHC e Lulla trilharam caminhos idênticos porque são defensores das mesmas práticas políticas. E lá fomos nós tentar comprar e vender para o Mercosul, África, Oriente Médio e Oceania, deixando de lado mercados de ponta, como EUA e Europa. Resultado prático: acumulamos prejuízos, dívidas não pagas e perdemos mercados importantíssimos para o sustento e desenvolvimento de nossa economia.

Enquanto isso, alguns de nossos grandes concorrentes, em áreas de negócios e produtos construíam acordos bilaterais com vantagens mútuas, enquanto continuávamos a esperar o grande acordo da OMC, que nunca veio. O acordo com a União Europeia, que nunca veio. E ficamos nós assim, na eterna esperança.

Se analisarmos os últimos presidentes civis do Brasil, vemos que nossa esperança deve continuar se quisermos um dia ser mesmo “o país do futuro”. Sarney, Collor, Itamar, FHC, Lulla, Dilma, Temer. O que lhe parece isso, um rol de ilustres ou um bando que ousou liderar o Brasil por um caminho sem contorno de um objetivo planejado de forma nacional? Se juntarmos todas essas ideologias sociais e econômicas teremos um balaio de gatos vira-latas. Um capitão-do-mato, um playboy, um sei-lá-o-quê, um sociólogo ambíguo, um operário (sic) sem causa, uma paraquedista que nos logrou a pior crise política e econômica da história. E por fim um diabólico político que ousa aviltar o país com denúncias de propinas na casa dos 500 milhões de reais.

Talvez não sejamos bons de comércio e negócios. Mas de certo somos bem piores de nacionalismo e amor à pátria que nos abriga. Enquanto isso, nossos concorrentes velejam em mares menos bravios, ganhando mercados, refastelando-se no que não somos capazes de acordar. Tenho a ligeira desconfiança de que nos acordos que somos bons, outros países não fazem questão de participar.

Bancada do Crime

Posted in Atitude, Atualidades, Comentário, Denúncia, Eleições, Lava-Jato, Mídia, Notícias, Opinião, Polícia, Política, Sacanagem with tags , , , , , , , , , on 29/06/2017 by Carlos Baltazar

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Assim que foi aprovado, o financiamento público de campanha gerou em alguns uma ilusão de que a política iria lidar a partir de então com uma realidade mais democrática. A partir dali o poder econômico ficaria fora do jogo, afinal todos os partidos e candidatos teriam uma só fonte de financiamento, o dinheiro de todos nós, e não mais das empresas e instituições provedoras. Engano geral.

A fonte de financiamento público está gerando ainda mais distorções dentro dos partidos. Afinal quem é que gerencia esses recursos? A, B ou C? A que grupo pertence? A que facção? Os partidos não são instituições democráticas. E por consequência não aplicam a democracia internamente, quanto mais na sociedade que deveriam representar.

Cada um dos 35 partidos atuais possui interesses institucionais claros. Só não vê quem não quer. Os que lidam com política sabem que não é possível fazer uma campanha política, no formato de hoje, com esse misere de recursos públicos. Bem, e o que provavelmente acontecerá? Os partidos irão se socorrer das instituições que representam. E muitas dessas provavelmente recebem algum tipo de recurso público ou possui parte de suas contas no famoso caixa dois, três, quatro ou cinco.

Mas a malfadada extinção do financiamento privado de campanha criará uma calamidade ainda maior: o dinheiro do crime organizado vai se espalhar por todo o processo político brasileiro. E isso é catastrófico. Sabemos que o crime já possui seus representantes no Congresso, nas assembleias legislativas, câmaras municipais, no alto judiciário e nos poderes executivos, pelo Brasil afora.

Essa representatividade de certa forma está contida hoje, mas com certeza no próximo pleito teremos, sem sombra de dúvida, muitos partidos envolvidos com o crime organizado como forma de se financiar e a seus candidatos. Ficção. Basta ver a expertise do PT nestes últimos anos no poder. Uma verdadeira organização que presumia retirar do público os recursos necessários para si e outros.

Da forma como o país está desestruturado, as instituições cambaleantes, e muitos dos que perjuram o poder estão presos aos tentáculos da criminalidade institucionalizada, não é difícil prever que o crime organizado, seja ele o banditismo comum ou a instituições paralelas de poder ao Estado, terão seu número de representantes bem ampliado.

O pior, é que vem aí uma engendrada reforma política, bancado por muitos dos que precisam se livrar do jugo da lei, bem como os que querem perpetuar-se como forma de isentar-se do perigoso balaio da política brasileira. Deus nos acuda, nos ajude e nos perdoe.

A farra vai acabar…

Posted in Atitude, Atualidades, Comentário, Eleições, Lava-Jato, Mídia, Notícias, Opinião, Política, Sacanagem with tags , , on 25/06/2017 by Carlos Baltazar

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Os políticos, e por consequência os partidos, ainda não entenderam que o recado dado em 2013 valia muito mais do que apenas 20 centavos. A política vem mudando desde então. Esses fatos que vimos vivendo desde então são uma forma clara das mudanças que virão. O formato de representação partidária irá mudar porque se esgotou, e os partidos ainda não se aperceberam disso. A democracia representativa, nos moldes estabelecidos não representa mais nada. Figuras que ainda buscam manter-se na mídia, como Lulla e FHC são histórias antigas, sem qualquer representação de futuro para o Brasil.

Vemos partidos fazerem de conta que não é com eles. Mostram-se como se nada do que está aí fosse de sua, ou de nossa conta. Cercam-se de compadrios pessoais e institucionais, defendem o mesmo de sempre, praticam o igual como se isso fosse alguma novidade ou uma razão que os destaque junto à população.

Não há novidade que se faça mostrar como algo que realmente empolgue sequer seus militantes ou qualquer um de seus movimentos. Não é à toa que muitos perdem impiedosamente seus filiados, que querem uma verdade representativa e institucional. Reúnem-se em eventos e declamam felizes seus irrisórios feitos de vazio democrático e ouvem palmas sem contexto e fé.

Não enxergamos um propósito em suas atuações, senão a de sempre: poder, corrupção e perpetuidade. Mas nós queremos mais, sem discursos bajulados e repletos do que já experimentamos há muito e que nada produziu. E suas novas lideranças tentam se impor no mesmo espectro que não atende o que entendemos ser a representação viva da sociedade nos foros públicos.

Todos as convenções, simpósios, workshops, reuniões, servem para apenas tentar impor o mesmo do mesmo, continuar distribuindo migalhas aos mesmos. Essas estratégias implausíveis de um politiques castiço quer apenas desembocar no roda-a-roda em que os mesmos terão o que deveria ser tido por todos.

Preparem-se senhores políticos, a população logo os terá como espantalhos de um tempo que passou e que vossas excelências ainda não se deram conta que acabou. Acabou a farra. O Brasil irá lançá-los no ostracismo da mentira com que vimos sendo enganados todos esses anos, sem dó.

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