Política Gourmet

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Muitos mortadelas e coxinhas adoram falar que se FHC e Lulla se dessem o Brasil seria outro. E sabe por que isso nunca aconteceu? Porque ambos possuem o mesmo desvio psicológico. Um, porque não é popular, outro porque sempre foi pobre. Ambos fizeram ruir os sonhos de milhões de brasileiros através do desemprego, inflação e…corrupção. FHC nos deu o PROER e a privatização estratégica da telefonia. Lulla quebrou a Petrobrás, Correios, Fundos de Pensão e muito mais. Ambos fizeram acordos políticos, e sabe lá mais o quê, com os piores coronéis da política deste pais. Ao invés de usar a população como aliada, fizeram questão de ter ao lado Renan, Sarney, Jucá, Jader, e tantos outros que vilipendiam o país e os miseráveis desse, há dezenas de anos. FHC e Lulla sempre lhes ofereceram tapetes vermelhos, polpudas oportunidades, enquanto afiavam seu discurso, um a excelência do academicismo e o outro o raso da semântica. Ambos gastos e ridículos. Leio hoje na Folha, o mais bondoso reduto para os recém demitidos petistas, um colunista que atesta que o Brasil precisava que FHC e Lulla tivessem entendimento para o Brasil funcionar. MENTIRA. O Brasil não precisa de FHC ou Lulla, precisa de gente honesta, séria e com capacidade de aglutinar a sociedade num projeto de Nação. Estamos na beira de um poço profundo e lamacento. Temer não possui capacidade nem carisma político para tirar o Brasil dessa pasmaceira cívico-econômica. Ele está lá porque foi alçado pelo establishment do poder. Não manda, não conhece as saídas, apenas converteu-se num domador de deputados e senadores, o que não deve ser muito difícil tendo o governo tantas tetas fartas. Lulla já havia feito isso, até mesmo o PSDB já havia se rendido aos seus encantos presidenciais. Dilma achou que podia fazer o mesmo com independência e dançou. Como dizia Quércia: “vamos buscar os bois no pasto”. Os deputados e senadores eleitos em 2014 sabiam que a farra estava feita, e tinham que aproveitar. Está feita aí a miscelânea política que jamais houve. O Legislativo não consegue legislar, pois a tudo recorre à Justiça. Não há políticos de bom calibre, mas uma arena de show armada para nosso deleite. É só lembrar da votação do impeachment da ex-presidente Dilma. Que vergonha…um circo. FHC comprou o Congresso. Lulla também. Isso é fazer o Brasil funcionar? Não. O Brasil espera por novos líderes, novas práticas, uma nova política. Em 2018 precisamos fazer uma limpa geral na política nacional. Sem medo, sem reticências. Vem aí reformas que destoam da vontade da população e que tem de ser feitas, segundo esses mesmos senhores, porque eles vêm fazendo besteira há anos, sem dó algum de nós. FHC e Lulla são filhos da mesma ideologia falida, de que nós somos a quem se conduz com falácias e algumas migalhas. Um deu frango barato, outro carro financiado para toda vida. Fórmulas infantis de desenvolvimento para um pais da magnitude do Brasil. Por isso FHC e Lulla podem ir abraçados pra onde quiserem, menos com suas teorias mentirosas sobre um país melhor para todos.

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Vergonha Tucana

As raízes que sustentam PT e PSDB são derivadas do mesmo torrão ideológico, isso é inegável. Por razões históricas, características dos quadros militantes e práticas de pensamento diversas, houve uma separação desse parentesco. Não é possível dizer que os bons foram para um lado e os ruins ficaram no outro. Isto não é verdade. No tempo em que esteve no poder o PSDB amealhou figuras de grosso calibre e farta fama em seus quadros. Depurou-se em parte após sua saída do governo, mas ainda figura entre os que possuem generosos políticos de ficha nem tão limpa assim. O PT ao mesmo tempo saiu de uma forma xiita de atuação, indo contra tudo e todos, nada ou ninguém prestava se não fosse através da sua estrela, bastião da honestidade perdida no meio do lamaçal tupiniquim. Mas por fartar-se alijado do poder resolveu seguir o mesmo caminho das alianças honestamente exotéricas, fingindo que era o que deixara de ser há muito tempo. Os inquisitores da pura verdade renderam-se aos piores demônios da sedução política e fartaram-se no lodaçal da vergonha, do crime e da mentira, chefiados por aqueles que em riste sempre indicavam muitos brasileiros como traidores dos interesses da pátria verde e amarela. Mudou-se a cor, mudou-se a ideologia, mudaram-se os amigos do rei, de seus ministros e lacaios. Depois de ter na mão o suplício da vergonha de mais um presidente em meio à corrupção institucional, como vários de seus antecessores, a oposição, leia-se PSDB, relutou, arquitetou e definiu manter refém os moribundos representantes da verdade. Levou um “passa-moleque”, porque desconheceu as artimanhas da popularidade construída pelo assistencialismo midiático e outros meios. Depois dessa refrega, o PSDB definiu seu candidato à presidente, o ex-governador José Serra, não sem antes ver desgostoso Aécio Neves, governador de Minas, que negou formar uma chapa “puro-sangue” com o candidato de seu partido. Numa análise mais detida é possível ver que a fragmentação do PSDB quanto à sua candidatura nacional é visível. O ciúme, a irresponsabilidade e o individualismo permeiam vários dos estados que deveriam emprestar seu apoio a um novo projeto de Nação, tão ciosamente alardeado por seus caciques. Mas são justamente esses que rejeitam ir juntos nesse caminho. Aécio é um, Arthur Virgílio é outro, dois dos mais destacados generais do partido, ou seja, não sabem sequer ser uma oposição possível. Temem o mandatário presidencial que outrora era apenas um encostado no sindicato dos metalúrgicos. Negam-se a perder posições regionais em favor de um futuro melhor para o país, hoje em mãos erradas, senhorios de um tortuoso caminho e fielmente deturpado em razões sociais, de Estado e liberdade democrática. A responsabilidade pelos resultados será de todos e de cada um. Não adianta querer preservar pequenos feudos se a invasão está à porta de todos. A história irá julgá-los.

p.s.: é característico da esquerda aliar-se aos piores pilares da política para manter-se no poder; assim foi o PSDB, pior faz o PT…

Cenas do cotidiano

Na vida tudo pode mudar. Num país isso é mais difícil, requer abandono de valores, corrupção institucional, descaso da sociedade e permissão das forças de defesa constitucional. O abismo de mentira que se instalou em nossas fronteiras segue a receita dos que querem transformar-nos em peões de um jogo marcado por vícios e de resultado conhecido, levando brasileiros a tornarem-se reféns de uma ideologia estranha e mortal. Figuras nefastas, com passado ruidoso e objetivo declarado, servem a propósitos e caminhos tortuosos que as pessoas decentes do país não podem e não devem tolerar. Chega de mentira, chega de corrupção, chega de falta de caráter. Nunca na história deste país pessoas como essas foram tão perniciosas para o nosso futuro. Aquele que dá de ombros para o futuro, que pode ser nosso martírio, recomendo assistir ao filme Dr. Jivago e inspirar-se no resultado da luta de classes, na divisão racial e religiosa que o PT mente para tentar nos impor.

p.s.: pense, antes de legar à você, seus filhos e netos um país equivocado, sem raízes decentes, com um povo revoltado, entristecido e voltado para seu próprio inferno social.

Vendem-se Ideologias

Há algum tempo venho pensando em como garantir uns trocados a mais na minha conta, por vias legais, é claro. Tenho visto como alguns personagens da história recente do meu país tem conseguido isso, facinho, facinho. Dos famosos o carlos cony, o ziraldo, o jaguar, o zé jenoíno(o delator), e tantos desconhecidos têm recebido polpudas quantias do erário brasileiro (3 bilhões de reais até agora) pelo simples fato de terem defendido(sic) essa democracia que o pt e o senado estão fazendo aí agora. Jogando no lixo suas agora duvidosas biografias, vendendo suas ideologias por uns trocados. Caro, muito caro. Todos devidamente assessorados pela banca do “rei da indenização” Luiz Eduardo Greenhalgh, aquele da lubeca. O Millor em sua ímpar inteligência disse: “eu pensei que estavam defendendo a democracia mas ao invés disso estavam fazendo um investimento a longo prazo”. Vendamos todas as ideologias então. Vejamos quanto querem chaves, morales, correa, zelaia e lulla…não, lulla não, lulla já mostrou quanto vale sua ideologia, mas os outros, quanto querem por sua credulidade no cotinente bolivariano? Será que irão pedir uma indenização pela defesa intransigente da “sua” democracia? Claro que vão, de meninos maluquinhos eles não tem nada, já que a vida não é assim um eterno pasquim.

Então vamos lá, já que não tem mensalão quero indenização, afinal de contas em julho de 1970 eu estava na minha rua, com tudo para ganhar uma mão de palitinho, valendo uma tubaína no bar do “seu” Américo. Aí apareceu o juizado de menores (braço repressor da pueril juventude engajada na luta pelo fim da ditadura) e saiu todo mundo correndo. Caí machuquei o joelho, cheguei em casa e fui torturado fisicamente com um chinelo pela minha violenta mãe e psicologicamente pelo meu carrasco pai. Pior que isso só os botecos que nos serviam de aparelho. Também quero a minha bolsa-ditadura.

A culpa é do FHC

O último mandato do ex-presidente FHC foi talvez o pior mandato de um presidente da república civil, e por fim ainda elegeu lulla, deixando Serra sem apoio. Todos queriam lulla, até FHC, sonhadores do absurdo. Todos adoraram a vitória do molusco, todos sonhavam com esse momento. Desencantados agora, essas viúvas da ideologia abandonaram as teorias socialistas e foram aos processos tentar uma aposentadoria-oposição durante o Regime. Todos querem um pouquinho de carinho financeiro, afinal aqueles xiitas da honestidade se tornaram os pastores da meia verdade, estão se esbaldando no dinheiro do povo em nome de não sabem mais o que, hoje. O imbecil comandado pelos doutores acadêmicos hoje comanda e manda, faz líderes perderem seu caráter e vergonha como se homens não fossem. O mais recente deles, vulgo mercadante, fez um papel ridículo, como outrora já fizera até em tentativas de dossiês, e quando tentava voltar a querer ter atitude de homem rasgou a fantasia e se entregou ao mandos do seu senhor. Afinal ninguém quer perder boquinhas…

mercadante

p.s.: um sujeito que tem como hobby falar mal dos outros não pode ser grande coisa…

O que é isso companheiro…?

É inacreditável o que estamos observando na política de nosso país nestes últimos tempos. O fim da ditadura parece que escancarou toda a corrupção que estava adormecida nos porões da ideologia. São vergonhosos os fatos que se sucedem no congresso, no executivo e, socorro, no judiciário. Os senhores feudais apossaram-se de mandatos vitalícios, e regiões inteiras do nordeste do país se encontram nas mãos de famílias mafiosas. Cooptam tudo e todos, desembargadores, policiais, ministério público, tribunais de contas, tudo. Não há brasileiros que os enfrente, porque se acovardam de medo do “puder”. É triste termos sonhado e gritado em tantos comícios do PT e ver Lulla abraçando Collor, Sarney, Jader, Renan…e me pergunto o que um presidente pode falar para um ordinário desses? – Ops!, desculpe, foi sem querer? Dói na alma vermos que a ideologia virou indenização, pensão e mensalão; não foi para isso que muitos morreram! E claro, sem essa de caminho de revolução…os companheiros descobriram que dinheiro é a melhor ideologia e que 80% de aprovação não necessariamente significa independência de caráter. Incomoda assistir a tudo isso…

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p.s.: a canalhada é tão desaforenta que se elege até em estado alheio, vide o imortal Sarney e agora o paulista do ceará Ciro Gomes.