Brasileiro, a etiologia de uma raça

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Uma disputa silenciosa entre dois Brasis vem sendo travada há anos sem que a maioria de nós não tenha se dado conta das desastrosas conseqüências. E essa batalha nada tem de ficção, ao contrário, é presente no dia-a-dia do país mais cobiçado do mundo, o Brasil.

Durante a recente greve dos caminhoneiros, que paralisou a vida de milhões de pessoas, tivemos provas cabais que o subterrâneo de nossa sociedade é composto por uma heterogeneidade assustadora. E não falo de cores ou credos, mas de nacionalismo individual, ou como queiram, a responsabilidade de cada um na construção de uma nação de verdade. E nesse ponto, me perdoem, ainda somos analfabetos sociais.

Para ilustrar melhor essa rasa teoria social creio que vale a pena voltar no tempo e tentar entender por que, afinal de contas, o Brasil sobrevive socialmente, ao invés de viver na plenitude do que, em tese, seríamos capazes. Acho que a maioria já ouviu a ufanista frase, “o Brasil é o melhor país do mundo”, ou a mais desastrosa de todas, “o brasileiro é o melhor povo do mundo”. Será que alguém ainda acredita nisso?

Analistas atribuem nossas mazelas de caráter ao ex-jogador da seleção de futebol Gérson, quando numa propaganda de cigarros ele proferia a maldita frase “é preciso levar vantagem em tudo, certo?”. Bastou isso para que essa viesse a tornar-se a máxima da esperteza brasileira, na teoria e na prática. Mas outros preferem atribuir à nossa colonização todos os males de correntes de nosso particular complexo de vira-latas e em outras ocasiões, um ufanismo imbecil. Acredito seja bom nos determos mais nesse ponto de vista.

Algumas nações do mundo moderno foram colonizadas por culturas européias das quais é possível destacar  ingleses, franceses, espanhóis e portugueses. Conquistou mais quem era corajoso, detinha melhores conhecimentos e, principalmente, dinheiro. Coube a nós sermos colonizados pelos portugueses, que defenderam como poucos o território que hoje esbanjamos. A miscigenação consequente ao domínio foi quase natural. E dela advieram os primeiros brasileiros, produto da mistura quase mágica entre portugueses, índios e negros. Acreditar que o Brasil teria um povo melhor se fosse colonizado por franceses, por exemplo, é uma bobagem atroz, talvez produto de algo que é objeto desta reduzida provocação. Até porque tivemos tempo suficiente para mudar nossa matriz ancestral legada por esses, ou não? Já se passaram dezenas de gerações nesses mais de 500 anos desde o descobrimento. Insistir nisso é jogar para outros a culpa e a responsabilidade que é nossa.

Outra característica particular é ser brasileiro comumente quando estamos no exterior ou em copas do mundo. No restante somos descendentes de outras nações e raças. Não é nosso costume afirmar textualmente “eu sou brasileiro”. Poucos os que exibem com orgulho latente e vertente nacionais. Até mesmo os brasileiros natos pouco reconhecem sua nacionalidade, antes preferem mencionar outras origens, como se fosse lá o seu país. E as ideologias torcem por essa aversão ao nacionalismo quando insistem em afro-descendentes, ítalo-descendentes, mineiros, baianos, gaúchos, japoneses. Seus caras-pálidas, vocês são brasileiros, não ousem renegar isso jamais! Sim, precisamos discutir nossa nacionalidade urgentemente. Ou assumimos de vez nossa brasilidade, ou iremos sucumbir a nós mesmos.

A tentativa ideológica de partidos políticos tentarem atuar nestes últimos anos foi suficiente para que qualquer um não veja sequer um pingo de nacionalismo por parte de seus militantes e usuários. Tudo bem que o capitalismo faça as pessoas concorrerem pelo melhor, e o socialismo as individualiza, e ao contrário do que parece, tenta repaginar classes, raças e a maior verdade que o tempo construiu: nós somos brasileiros, o resto é estória e balela para que continuemos divididos. Somos um povo dividido não por escolhas ideológicas, mas por falta delas, e que bom se fossem parte de um corpo nacional virtuoso e não destrutivo. O Brasil viva de uma antropofagia há séculos, sem se dar conta. E quem se aproveita disso são as elites políticas, econômicas, sociais e…culturais. Sim, até mesmo aquelas canções, livros, textos, fotos, peças de teatro, foi usado para nos dividir.

Durante a ruidosa greve dos caminhoneiros, ouvi, ainda que timidamente, algumas pessoas criticarem a índole e o caráter do brasileiro, sua tendência a contentar-se com esmolas governamentais, sua predileção pelo ócio, seu caráter duvidoso em momentos como os que ocorriam então. Gente se aproveitando da escassez de combustível para vender gasolina a R$10,00, roubo de cargas, e outros tipos de vantagens individuais, que nada tinham de nacional, ou social conjunto. E a justificativa é sempre a mesma: ”o brasileiro é mau caráter e nunca vai sair desse buraco”.

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Os sucessivos governos querem nos manter assim, domesticados pelo abandono. Dão-nos esmolas em projetos sociais e fazem de conta de que não precisamos trabalhar, nos esforçar por nossa família, pelo nosso país e por seu futuro e descendentes. Por acaso não será esse nosso maior desafio? Vamos amarelar sempre? Até quando deixaremos o patriotismo de lado para lutar por ideologias alheias? Até quando permitiremos ser manipulados por uma elite perversa e apátrida? Até quando deixar nosso futuro nas mãos sujas de canalhas que mencionam apenas  direitos e jamais dizem quais são nossos deveres?

Vemos a sociedade brasileira transformar-se visivelmente. Somos quase 210 milhões de pessoas divididos em raças, cores, credos, idades, mas nada do que nos seja tão necessário como o nacionalismo que nos tire dessa apatia pátria, desse torpor nacional que nos envergonha e nos reprime a essência. Somos brasileiros! Está na hora de acordar! Não existem raças superiores, mas povos com determinação de construir e evoluir, e isso podemos fazer apenas com parte dos dons que nossa raça criou com sua miscigenação e caráter. É uma questão de escolha, de quem e o quê queremos ser. Somos ou não brasileiros?

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República da Corrupção

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Parece uma tragicomédia, mas a verdade é que tanto Esquerda quanto Direita possuem ideologias idênticas quando o assunto é corrupção. Ao menos no Brasil. Desde sempre, os paladinos da liberalidade e os outros do estado dominante, são partícipes de inúmeras falcatruas que vem, pouco a pouco, destruindo a esperança do povo brasileiro num país que proporcione a empresários ou não, um futuro mais alegre e menos dividido por mentiras ideológicas.

Mas aí a liberdade de expressão trouxe a possibilidade de replicar outras ideologias e belos discursos, que fulminaram o crédito das desgastadas elites empresarial e política, e que tornaram-se uma espécie de ventríloquos do impossível. Novos personagens, inventados pelo desejo de mudanças, surgiram afirmando que tudo o que desejávamos era possível e estava ao alcance de todos, indistintamente. Assim suas fileiras foram engrossando em número, mas não em qualidade política.

E após um hiato descuidado dos eleitores, com Collor de Melo, a Esquerda multiplicou sua permanência no poder, culminando com a eleição de um sindicalista-caricato, alçado à condição de chefe do país da desesperança, mas que soube replicar anseios e capitalizar uma esperança que veio a tornar-se um terrível pesadelo para o país. Seus mandatos e sua continuidade, com a primeira mulher presidente do país, resultaram no maior escândalo de corrupção institucional já visto no mundo, com cifras que deixaram boquiabertos muitos dos que não criam até onde uma quadrilha da Esquerda seria capaz de chegar. E pior, sempre escoltada pelo que de pior foi produzido pela Direita.

O sociólogo FHC e seu parceiro Lulla da Silva, fizeram um teatro de horrores na gestão de um país de analfabetos. Os desdentados que sempre esperaram por um “salvador da pátria” viram-se diante da incapacidade de coexistência entre seriedade e administração pública. Nada que espante os mais avisados sobre as consequências de tais aventuras ideológicas. O populismo e o assistencialismo reinaram absolutos por anos a fio, sem que as questões de vital importância, como a manutenção dos pilares de sustentação econômica fossem notados. A corrupção alastrou-se nas mãos famélicas dos petistas, que jamais haviam visto tanto dinheiro e poder num só lugar.

A volta da quadrilha mor do PMDB ao poder tornou-se a continuidade do pesadelo para os milhões de desempregados e empregados. Reformas Trabalhista e Previdenciária a toque de caixa, típico de governos incautos e mal intencionados. E no meio disso tudo, claro, surgem os oportunistas da insanidade alheia. Reflexo da corrupção sem freio que vivemos há séculos. O pior dos mundos encontra-se sob nosso olhar de eleitores ávidos por decência, mas não a vemos. Lula e Bolsonaro lideram, por enquanto, um pleito viciado desde sua expectativa. A corrupção nos deixa cegos e loucos.

Um presidente inteiramente desconfortável em sua posição, sequer consegue nomear gente com capacidade de verdade. Está refém de partidos, quadrilhas, ideologias do absurdo. Logo cessará sua má experiência de poder. Resta saber se a Operação Lava-Jato surtiu algum efeito em nós, eleitores, pagadores de impostos, donos do Brasil. Ou será mais um capítulo sem gosto do desgosto de nossa história.

Homens, mentiras, ideologias, sacrilégios. O que estão fazendo de e com nós? Somos reféns de nossa própria ignorância e desvirtude. Somos os fiéis que se encantam com pregações sem nexo e verdade. Somos seguidores de um bando que nos assalta sem armas, mas que mata muitos de nós, milhares, às dúzias. A corrupção que se desnudou por estes tempos é o mais cruel retrato do que temos de enfrentar. Na Lei ou na bala, se for o caso. Perpetuamente.

Política Gourmet

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Muitos mortadelas e coxinhas adoram falar que se FHC e Lulla se dessem o Brasil seria outro. E sabe por que isso nunca aconteceu? Porque ambos possuem o mesmo desvio psicológico. Um, porque não é popular, outro porque sempre foi pobre. Ambos fizeram ruir os sonhos de milhões de brasileiros através do desemprego, inflação e…corrupção. FHC nos deu o PROER e a privatização estratégica da telefonia. Lulla quebrou a Petrobrás, Correios, Fundos de Pensão e muito mais. Ambos fizeram acordos políticos, e sabe lá mais o quê, com os piores coronéis da política deste pais. Ao invés de usar a população como aliada, fizeram questão de ter ao lado Renan, Sarney, Jucá, Jader, e tantos outros que vilipendiam o país e os miseráveis desse, há dezenas de anos. FHC e Lulla sempre lhes ofereceram tapetes vermelhos, polpudas oportunidades, enquanto afiavam seu discurso, um a excelência do academicismo e o outro o raso da semântica. Ambos gastos e ridículos. Leio hoje na Folha, o mais bondoso reduto para os recém demitidos petistas, um colunista que atesta que o Brasil precisava que FHC e Lulla tivessem entendimento para o Brasil funcionar. MENTIRA. O Brasil não precisa de FHC ou Lulla, precisa de gente honesta, séria e com capacidade de aglutinar a sociedade num projeto de Nação. Estamos na beira de um poço profundo e lamacento. Temer não possui capacidade nem carisma político para tirar o Brasil dessa pasmaceira cívico-econômica. Ele está lá porque foi alçado pelo establishment do poder. Não manda, não conhece as saídas, apenas converteu-se num domador de deputados e senadores, o que não deve ser muito difícil tendo o governo tantas tetas fartas. Lulla já havia feito isso, até mesmo o PSDB já havia se rendido aos seus encantos presidenciais. Dilma achou que podia fazer o mesmo com independência e dançou. Como dizia Quércia: “vamos buscar os bois no pasto”. Os deputados e senadores eleitos em 2014 sabiam que a farra estava feita, e tinham que aproveitar. Está feita aí a miscelânea política que jamais houve. O Legislativo não consegue legislar, pois a tudo recorre à Justiça. Não há políticos de bom calibre, mas uma arena de show armada para nosso deleite. É só lembrar da votação do impeachment da ex-presidente Dilma. Que vergonha…um circo. FHC comprou o Congresso. Lulla também. Isso é fazer o Brasil funcionar? Não. O Brasil espera por novos líderes, novas práticas, uma nova política. Em 2018 precisamos fazer uma limpa geral na política nacional. Sem medo, sem reticências. Vem aí reformas que destoam da vontade da população e que tem de ser feitas, segundo esses mesmos senhores, porque eles vêm fazendo besteira há anos, sem dó algum de nós. FHC e Lulla são filhos da mesma ideologia falida, de que nós somos a quem se conduz com falácias e algumas migalhas. Um deu frango barato, outro carro financiado para toda vida. Fórmulas infantis de desenvolvimento para um pais da magnitude do Brasil. Por isso FHC e Lulla podem ir abraçados pra onde quiserem, menos com suas teorias mentirosas sobre um país melhor para todos.

Vergonha Tucana

As raízes que sustentam PT e PSDB são derivadas do mesmo torrão ideológico, isso é inegável. Por razões históricas, características dos quadros militantes e práticas de pensamento diversas, houve uma separação desse parentesco. Não é possível dizer que os bons foram para um lado e os ruins ficaram no outro. Isto não é verdade. No tempo em que esteve no poder o PSDB amealhou figuras de grosso calibre e farta fama em seus quadros. Depurou-se em parte após sua saída do governo, mas ainda figura entre os que possuem generosos políticos de ficha nem tão limpa assim. O PT ao mesmo tempo saiu de uma forma xiita de atuação, indo contra tudo e todos, nada ou ninguém prestava se não fosse através da sua estrela, bastião da honestidade perdida no meio do lamaçal tupiniquim. Mas por fartar-se alijado do poder resolveu seguir o mesmo caminho das alianças honestamente exotéricas, fingindo que era o que deixara de ser há muito tempo. Os inquisitores da pura verdade renderam-se aos piores demônios da sedução política e fartaram-se no lodaçal da vergonha, do crime e da mentira, chefiados por aqueles que em riste sempre indicavam muitos brasileiros como traidores dos interesses da pátria verde e amarela. Mudou-se a cor, mudou-se a ideologia, mudaram-se os amigos do rei, de seus ministros e lacaios. Depois de ter na mão o suplício da vergonha de mais um presidente em meio à corrupção institucional, como vários de seus antecessores, a oposição, leia-se PSDB, relutou, arquitetou e definiu manter refém os moribundos representantes da verdade. Levou um “passa-moleque”, porque desconheceu as artimanhas da popularidade construída pelo assistencialismo midiático e outros meios. Depois dessa refrega, o PSDB definiu seu candidato à presidente, o ex-governador José Serra, não sem antes ver desgostoso Aécio Neves, governador de Minas, que negou formar uma chapa “puro-sangue” com o candidato de seu partido. Numa análise mais detida é possível ver que a fragmentação do PSDB quanto à sua candidatura nacional é visível. O ciúme, a irresponsabilidade e o individualismo permeiam vários dos estados que deveriam emprestar seu apoio a um novo projeto de Nação, tão ciosamente alardeado por seus caciques. Mas são justamente esses que rejeitam ir juntos nesse caminho. Aécio é um, Arthur Virgílio é outro, dois dos mais destacados generais do partido, ou seja, não sabem sequer ser uma oposição possível. Temem o mandatário presidencial que outrora era apenas um encostado no sindicato dos metalúrgicos. Negam-se a perder posições regionais em favor de um futuro melhor para o país, hoje em mãos erradas, senhorios de um tortuoso caminho e fielmente deturpado em razões sociais, de Estado e liberdade democrática. A responsabilidade pelos resultados será de todos e de cada um. Não adianta querer preservar pequenos feudos se a invasão está à porta de todos. A história irá julgá-los.

p.s.: é característico da esquerda aliar-se aos piores pilares da política para manter-se no poder; assim foi o PSDB, pior faz o PT…

Cenas do cotidiano

Na vida tudo pode mudar. Num país isso é mais difícil, requer abandono de valores, corrupção institucional, descaso da sociedade e permissão das forças de defesa constitucional. O abismo de mentira que se instalou em nossas fronteiras segue a receita dos que querem transformar-nos em peões de um jogo marcado por vícios e de resultado conhecido, levando brasileiros a tornarem-se reféns de uma ideologia estranha e mortal. Figuras nefastas, com passado ruidoso e objetivo declarado, servem a propósitos e caminhos tortuosos que as pessoas decentes do país não podem e não devem tolerar. Chega de mentira, chega de corrupção, chega de falta de caráter. Nunca na história deste país pessoas como essas foram tão perniciosas para o nosso futuro. Aquele que dá de ombros para o futuro, que pode ser nosso martírio, recomendo assistir ao filme Dr. Jivago e inspirar-se no resultado da luta de classes, na divisão racial e religiosa que o PT mente para tentar nos impor.

p.s.: pense, antes de legar à você, seus filhos e netos um país equivocado, sem raízes decentes, com um povo revoltado, entristecido e voltado para seu próprio inferno social.

Vendem-se Ideologias

Há algum tempo venho pensando em como garantir uns trocados a mais na minha conta, por vias legais, é claro. Tenho visto como alguns personagens da história recente do meu país tem conseguido isso, facinho, facinho. Dos famosos o carlos cony, o ziraldo, o jaguar, o zé jenoíno(o delator), e tantos desconhecidos têm recebido polpudas quantias do erário brasileiro (3 bilhões de reais até agora) pelo simples fato de terem defendido(sic) essa democracia que o pt e o senado estão fazendo aí agora. Jogando no lixo suas agora duvidosas biografias, vendendo suas ideologias por uns trocados. Caro, muito caro. Todos devidamente assessorados pela banca do “rei da indenização” Luiz Eduardo Greenhalgh, aquele da lubeca. O Millor em sua ímpar inteligência disse: “eu pensei que estavam defendendo a democracia mas ao invés disso estavam fazendo um investimento a longo prazo”. Vendamos todas as ideologias então. Vejamos quanto querem chaves, morales, correa, zelaia e lulla…não, lulla não, lulla já mostrou quanto vale sua ideologia, mas os outros, quanto querem por sua credulidade no cotinente bolivariano? Será que irão pedir uma indenização pela defesa intransigente da “sua” democracia? Claro que vão, de meninos maluquinhos eles não tem nada, já que a vida não é assim um eterno pasquim.

Então vamos lá, já que não tem mensalão quero indenização, afinal de contas em julho de 1970 eu estava na minha rua, com tudo para ganhar uma mão de palitinho, valendo uma tubaína no bar do “seu” Américo. Aí apareceu o juizado de menores (braço repressor da pueril juventude engajada na luta pelo fim da ditadura) e saiu todo mundo correndo. Caí machuquei o joelho, cheguei em casa e fui torturado fisicamente com um chinelo pela minha violenta mãe e psicologicamente pelo meu carrasco pai. Pior que isso só os botecos que nos serviam de aparelho. Também quero a minha bolsa-ditadura.

A culpa é do FHC

O último mandato do ex-presidente FHC foi talvez o pior mandato de um presidente da república civil, e por fim ainda elegeu lulla, deixando Serra sem apoio. Todos queriam lulla, até FHC, sonhadores do absurdo. Todos adoraram a vitória do molusco, todos sonhavam com esse momento. Desencantados agora, essas viúvas da ideologia abandonaram as teorias socialistas e foram aos processos tentar uma aposentadoria-oposição durante o Regime. Todos querem um pouquinho de carinho financeiro, afinal aqueles xiitas da honestidade se tornaram os pastores da meia verdade, estão se esbaldando no dinheiro do povo em nome de não sabem mais o que, hoje. O imbecil comandado pelos doutores acadêmicos hoje comanda e manda, faz líderes perderem seu caráter e vergonha como se homens não fossem. O mais recente deles, vulgo mercadante, fez um papel ridículo, como outrora já fizera até em tentativas de dossiês, e quando tentava voltar a querer ter atitude de homem rasgou a fantasia e se entregou ao mandos do seu senhor. Afinal ninguém quer perder boquinhas…

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p.s.: um sujeito que tem como hobby falar mal dos outros não pode ser grande coisa…