Arquivo para maconha

Pode ir preparando aquele feijão preto…

Posted in Atitude, Comentário, Opinião, Saudosismo with tags , , on 29/10/2012 by Carlos Baltazar

É isso aí moçada, estou de volta. Não vou comentar a eleição do Haddad, nem porra nenhuma de política hoje. Apenas, e tão somente, quero dizer que voltei pro meu aconchego…logo mais estarei falando novamente com vocês. Estou feliz em estar de volta neste blog que eu gosto de fazer, por mim e por vocês que me acompanham. Apenas quero dizer para alguns dos meus seguidores que “a vida não é só maconha gente” !!! Vamos ver de perto que tudo que está a nossa volta nos atinge e nos marca. Logo vocês vão saber disso com mais sabor…

p.s.: gostaria de agradecer a alguns amigos que fizeram a diferença nessa fase louca que vivi. Não posso dizer seus nomes, mas eles sabem que são meus camaradas e serão para sempre. Abraços.

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Os parasitas da USP

Posted in Atitude, Atualidades, Comentário, Mídia, Notícias, Opinião, Política with tags , , , on 21/04/2012 by Carlos Baltazar

É de dar vergonha o parasitismo político canhestro que existe dentro da USP. Ao lado de cérebros privilegiados coexistem outros, no mesmo encéfalo crânio, pequenos seres unicelulares em visão humana. A celeuma da doação do banqueiro Pedro Conde, em generosos valores de um milhão de reais para reforma de uma sala qualquer e que receberia em troca uma placa qualquer com seu nome, reflete exatamente essa questão. Ninguém sabe o que faz a USP a não ser ela mesma. Por isso de nada serve, se nada serve à comunidade. Maconha, discussões sobre a presença da Polícia Militar, essas são frequentes. Mas por que investimos tanto dinheiro numa instituição de ensino que nada retorna para a própria cidade onde está ancorada? Nem a própria favela que coexiste consigo recebe algo dos doutos senhores de toga e títulos. Aliás, esse senhores devem saber que logo seus diplomas valerão tanto quanto suas cuecas sujas. Conhecimento, inovação de nada valem se não for compartilhado. A USP é uma ilha de sabedoria que nada produz, a não ser suas próprias rusgas acadêmicas e políticas. Ao lado de nerds acorrentados às suas teorias falidas pululuam viciados, alienados, aproveitadores e ratos da iniciativa privada. Esses últimos sabe lá porque. A cidade de Sâo Paulo não aufere um único motivo para ter a USP em seu solo pátrio. Jamais auferiu. Hoje vemos centros de excelência tecnológica, de inovação e educação por todo o Brasil. Enquanto isso a USP continua usufruindo de sua velha fama, que de tão velha mal se enxerga. Acordem doutores. Abram as janelas mestres. Sintam o cheiro de sua ruina senhores alunos. O mundo mudou e vocês sequer sabiam…

p.s.: vamos aproveitar a lagalização e criar um campo experimental da marvada…mas só para experiências no campus…

p.s.1: esse fato ocorrido na faculdade de direito mostra bem os doutos senhores que a Justiça irá compartilhar…pobres de nós…

Vacilão

Posted in Atitude, Atualidades, Comentário, Mídia, Notícias, Opinião, Polícia with tags , , on 03/02/2012 by Carlos Baltazar

Recebo sempre comentários e e-mails de pessoas afinadas com os assuntos que comento aqui neste Sabor Digital. Aprecio muito essa participação, pois acho que ela nos leva a algum lugar, mesmo que seja para o fundo de um poço. No episódio da maconha USPiana, onde alguns estudantes jubilados em overdose quiseram impor sua vontade por se acharem no direito de simplesmente impô-la, foi possível ver a fragilidade de sua razão. Quando ouço pequenos burgueses usando gírias de bandidos, sinto que eles são os párias do futuro. Acabarão com o dinheiro de seus pais, não terão emprego e enfrentarão situações que só eles saberão. Quando me posiciono contra drogas, não é pelo fato de qualquer um poder usá-las como direito individual. Mas pelo fato de que drogas possuem companhias indesejáveis demais. Seus próprios usuários o são. O crime é seu maior parceiro, embora seus usuários não vejam. Quando você vê pessoas feito trapos humanos, depois de um dia de soberba acidez, você pensa: que porra que esse babaca quer da vida? Afinar sua criatividade ou mostrar que é mais esperto que os vacilões? Quando vi um otário esperto com o cano do traficante na fuça, sabe o que eu tive vontade de perguntar? E aí vacilão, vai arregar pro mano? Otário. Eu não vou entrar em méritos sociais ou químicos. Cada um faça o que quiser com seu cerebelo e seus neurônios. Fodam-se. Afinal todo maconheiro pensa que sabe toda a teoria química do THC. Mas por favor não tragam sua doença para perto de pessoas que não querem ser como vocês. Simples. A sua liberdade termina onde começa a nossa. Estamos conversados, vacilão?

p.s.: para sua informação eu já usei mais droga do que você pensa, só que não para ser um idiota, mas para oferecer resistência…nunca fui um chapado mental assim…

Manda prá Cachola…

Posted in Atitude, Atualidades, Comentário, Denúncia, Eleições, Mídia, Notícias, Opinião, Polícia, Política with tags , , , , on 07/11/2011 by Carlos Baltazar

Recebi alguns comentários e condolências sobre o meu post USP, Maconha e Política. Apenas observo aos meus queridíssimos e qualificados leitores, a quem prezo com muito carinho e respeito, que não sou fascista, muito menos desesperado, apenas não concordo que pessoas utilizem de forma incauta o predicado político associativo de forma abusiva para alardear os benefícios da canabis para outras mentes fracas. Não é de hoje que a USP sofre com o desrespeito de seu corpo diretivo, docente e discente. Uma instituição que deveria estar pensando no futuro está amarrada como bondage em tempos que não virão mais e que não remetem a nenhumn tipo de prazer. Acordem, a ditadura militar acabou há muito tempo, antes do muro de Berlim, inclusive. Acho que nem a velha Marilena Chauí sabe mais o que significa a palavra companheiro. A bandeira de luta está errada (desculpem militantes do PCO e PSTU), seus matizes são deformados e caquéticos. A luta de classes proposta é mal intencionada e descabida em nossa sociedade. Apenas míopes do retrógrado ainda militam seu discurso vazio e sem nenhum valor político. Já fumei muita maconha e sei de seus prazeres, mas também sei que as propostas de uso devem ser discutidas enquanto ainda seu uso ainda é ilegal. Esse protesto bossa nova, feito por burgueses disfarçados de militantes não confere status de porra nenhuma a ninguém, ao contrário, distancia a discussão séria para uma situação que poderia ser resolvida de acordo com a importância da USP. Mas ficou do tamanho de uma guerra de gangues universitárias que querem tirar proveito de uma situação extrema para faturar algum dos nerds do campus. Caras, vão prá casa usar seus tablets 3G…

p.s.: não posso deixar de dizer que a turminha da USP que inventou o PT e levou uma rasteira federal(sic) do Lula, até hoje está chorando o “passa-moleque” que levou…são as viúvas do sindicalismo corrupto que choram ter perdido a boquinha e se refastelam na canabis como loucos esquecidos…dá-lhe PSTU e PCO, partidos sem causa e sem razão…

USP, Maconha e Política

Posted in Atitude, Atualidades, Comentário, Eleições, Mídia, Notícias, Opinião, Polícia, Política with tags , , , on 03/11/2011 by Carlos Baltazar

Esta semana, além da doença de Lula, a USP voltou ao noticiário pela petulância dos seus “alunos maconheiros” que querem que a Polícia Militar não mais faça policiamento ostensivo no campus. Usando razões políticas que remontam a década de 60, e o velho ranço que cerca os comunistas e suas teorias marxistas, os maconheiros da USP são o modelo de profissionais que estamos formando para as próximas décadas. Demonstram toda a inovação e o empreendedorismo que a causa psicotrópica requer. Todos dali estão preocupados com o futuro do país, da instituição e deles próprios. E de suas famílias também. E como todo bom comunista, possui uma família burguesa para chamar de sua e para dar razão filosófico-política às suas falácias. Seu discurso vazio e repleto de larica anárquica é um engodo só. Sua preferência por cigarros de ervas naturais, ricas em THC, deriva da saudosa prática que seus antepassados de luta armada usavam para criar coragem para enfrentar a polícia. Estamos vendo a decadência do corpo discente da USP, que se não fosse seu corpo docente, estaria mergulhada na mais profunda crise de identidade e conhecimento que já houve nas grandes instituições de ensino do país. Os representantes políticos do PCO, que de maneira canalha tomaram a reitoria da USP, mostram que suas causas, de operárias nada tem, ao contrário, deixam de lado pessoas que teriam melhor proveito de sua oportunidade para realizar uma ação política e educacional bem mais eficaz que esses pagés do bacharelismo estatal. Borá, mandar um prá cabeça.

p.s.: é possível ver no cartaz acima a profundidade política das razões que cercam os maconheiros, no campus da USP.

p.s.1: apenas para informar na cidade universitária da USP circulam mais de 100 mil pessoas todos os dias.

Plebiscito, Tráfico, PT e outras Drogas

Posted in Atitude, Atualidades, Comentário, Denúncia, Eleições, Notícias, Opinião, Polícia, Política with tags , , on 18/04/2011 by Carlos Baltazar

Senão vejamos as últimas notícias saídas fresquinhas das páginas dos jornais:

1.       Sarney quer novo plebiscito para acabar com a venda de armas;

2.       PF teve violento corte de recursos para combate ao tráfico de armas e drogas nas fronteiras;

3.       Paulo Teixeira, líder do PT na Câmara Federal quer a criação de cooperativas de plantação de maconha para combater o tráfico ilegal de drogas.

A administração federal, seus prepostos, aias e asseclas, após violentos lobbys em áreas de desconforto e confronto social, empreendem um novo campo de luta: a liberalização das drogas. Antigo sonho da esquerda militante, a liberalização da maconha e outras drogas ganha contornos fantasiosos de luta contra o tráfico. Ao menos é esse o mote do líder do PT na Câmara Federal, quando cita a criação de cooperativas de plantadores de maconha como uma ação de combate ao tráfico de drogas. Quem tem ou conhece quem tenha um viciado em sua família sabe o inferno que isso significa. Os maconheiros românticos de outrora, como FHC, Suplicy e Gabeira e tantos outros, defendem seu mundo colorido quando seus “baratos” eram uma fórmula de felicidade e liberdade. Hoje a droga deixou de ser romântica e passou a ser fatal, final. Aquele mundo de fantasias coloridas hoje possui somente a cor do sangue dos culpados e inocentes. Tudo leva a crer que esses senhores citados acima, uns deles comerciantes da dita, outros querendo tirar um pouquinho de dinheiro disso tudo, tenham em mente que tudo isso pode gerar algo que não tenha controle. Se Beira-Mar, traficante ilegal, não consegue ser detido, imagine Beira-Mares traficantes legais, sob a proteção do governo, do congresso e da PF. Esse discurso liberalizante é uma grande irresponsabilidade humana. Quem a propõe não se importa com a miséria dos outros, por isso é mal intencionado, não é sério, nem honesto, ao contrário é mentiroso, calhorda e bandido. Pior que qualquer outro que chafurda na ignorância do sonho de riqueza e de uma vida fácil. Nós queremos parlamentares que façam leis para o bem estar da população, não para aumentar suas mazelas. Essa é a democracia que o PT gosta. Controle de corpos e mentes, ideologia falida de costumes que os possa afrontar.

 

p.s.: desejo sinceramente que o senhor Paulo Teixeira experimente na carne a dor que pretende causar de forma legal em tantos desavisados de suas intenções.

Drogas

Posted in Atitude, Atualidades, Opinião, Polícia with tags , , , on 12/04/2011 by Carlos Baltazar

Todo papo de maconheiro começa assim: – mas o álcool é a droga mais letal que existe, por que não proibi-la também? Só quem viu a desgraça que causam as drogas é capaz de avaliar que papo de maconheiro nessa hora é só atraso de vida. Antes, quando os ácidos lisérgicos eram os vilões da vida, mal sabiam as futuras gerações que as drogas sintéticas iriam fazer definhar multidões de jovens à sua mercê. Muitos cientistas da velha cortina de ferro, desempregados, dedicaram-se a ganhar dinheiro com um passatempo que era de seu conhecimento: criar novas drogas, agora não mais à serviço da Guerra Fria mas dos cartéis internacionais de drogas. O resultado são drogas potencializadas ao máximo de sua conseqüência. Outro dia tive a oportunidade de ver um documentário sobre drogados na Europa. Quem vê aquilo sabe o efeito arrasa quarteirão desse lixo. Papo que maconheiro, claro, não curte. Vi um sujeito viciado em heroína que não tinha mais lugar para aplicar seu veneno. Ele era um roxo, uma maçadura só. Seus olhos não possuíam mais vida, a droga havia lhe tirado tudo. E esse papo de maconheiro que cada um tem o seu livre arbítrio, é o cacete. Quem tem de cuidar desses pobres infelizes somos nós, a sociedade, sempre tão indiferente às suas mazelas. Porque maconheiro só cuida de maconheiro em overdose e olha lá, o resto, furniquem-se. Conheci maconheira que viciou menina e depois sem dinheiro para a droga teve de ir para a zona sustentar o seu vício com a prostituição do corpo; menina linda, de uma família linda, coisa que maconheiro não liga. Liberdade, tudo bem. Desde que não envolvam nós, a sociedade, nem outros, os ingênuos da vida.

p.s.: para mim, maconheiro é sempre  babaca, sua viagem na verdade é tesão de argola.