Arquivo para mulher

Liberdade X Submissão

Posted in Atitude, Eleições, Mídia, Notícias, Opinião, Política, Sexo with tags , , , , , , , , , , on 21/05/2017 by Carlos Baltazar

feminista

A luta pelos direitos das mulheres não tem logrado grandes êxitos ao longo dos últimos anos. Ouvir o termo “empoderamento” da mulher me faz sentir arrepios, e claro, não de excitação. O mundo hoje mostra que a questão feminina está longe de ser algo que é lidado com seriedade e verdade, por governos e por organizações que dizem defender os direitos das mulheres. Não é preciso ir longe para ver que muito desse tal “empoderamento” é uma grande farsa. Basta ver a política, que lhes criou cotas em partidos, mas que são usadas unicamente como marketing ou “passe” para o nihil obstat da justiça eleitoral. Claro, foram queimados incontáveis sutiãs, mas ao mesmo tempo não vemos nenhuma feminista gritar contra a escravidão das burcas. E, por favor, não me falem de cultura, isso é conversa para boi dormir. Não vemos igrejas lhes dando espaço em suas estruturas hierárquicas, e nenhum tipo de permeabilidade na atual sociedade mundial, que não seja a própria que as mulheres se conformaram em receber como direito.

A fragilidade da mulher tornou-se um incentivo para que homens façam justiça com suas próprias mãos e armas. Por isso, todos os dias é possível ver a violência sistemática que a mulher sofre. E não somente a física, mas psicológica. Não é difícil ver pelo mundo situações análogas à escravidão em que as mulheres de todas as idades se encontram, inclusive as indígenas. Ao mesmo tempo é possível enxergar um certo “modelo” de comportamento que, ao invés de parecer um grito de liberdade, na verdade as obriga a continuidade quase perpétua de submissão aos homens. Por sua própria escolha.

Marias-chuteiras, marias-fórmula1, marias-menores. Todos sabemos que não é fácil enfrentar a vida sozinho, mas ater-se a velhos métodos de chantagem, não é o mais honesto. Mulheres sempre foram mais maduras e astutas com a vida, por isso merecem destino mais condizente com sua importância. Não quero dizer com isso que não concordo com colóquios esporádicos sobre o papel da mulher na sociedade, mas será esse o caminho? Deve ser essa a temática? Ou devemos partir para cotas de importância social? Não acredito ser necessário à mulher adjetivos de igualdade de gênero, porque não o são. E nem devem. A mulher por si é um presente da Criação, que dá orgulho por sua capacidade, generosidade e completude.

A mulher é o ser mais próximo de Deus.

Por mais que alguns religiosos neguem. A natureza deu a elas, e somente a elas, o poder da renovação da humanidade. Esse é seu papel mais precioso e belo. E apesar dessa delicadeza divina, ainda despontam em diversas situações com melhor desempenho que o sexo “forte”. São as únicas capazes de desenvolver jornadas duplas, triplas e mais. E os homens ao longo da história sabiam disso, por isso todas essas amarras, essa escravidão psicológica perpétua. Desde a idade antiga, até os dias de hoje. Os homens fragilizam as mulheres porque sabem do seu poder, por isso tentam anular sua presença e ação.

Somente as mulheres poderão libertar-se dessa condição secundária. Nem o complexo de cinderela, nem o grandioso respeito que suscita sua condição feminina. Somente atitudes podem servir ao propósito da liberdade a ascensão feminina, não discursos adjetivados no vazio ou comparações inexpressivas de gênero ou capacidade.

Mulheres não precisam tornar-se gladiadoras para mostrar sua força ou poder. Para as que já foram deusas, um pouco de ação mundana pouco custa. “Empoderar-se” não é assumir um status que não é seu, mas seu próprio, com todas as prerrogativas inerentes às que foram escolhidas para semear a verdadeira e divina condição feminina.

Por que homens falam palavrão e mulheres bebem cerveja

Posted in Atitude, Atualidades, Comentário, Opinião, Sexo with tags , , on 13/06/2011 by Carlos Baltazar

Homens são daquela espécie que o mundo depende para seu equilíbrio natural. Homens são a força que ataca e defende, fazem a história e escrevem as páginas mais belas e desumanas que guardamos em bibliotecas físicas, virtuais e em nosso DNA. O papel do homem sempre foi o de guardião da espécie. Fundamos o mundo, conquistamos e desbravamos continentes, defendemos idéias e nações e a espécie. Fiquem tranquilos, isso não é um tratado sobre a masculinidade humana e suas facetas. Esse prólogo é para falar das mulheres, essas companheiras que sempre nos dão força e emprestam sua sensibilidade para um resultado melhor de nossas conquistas. Claro, toda regra possui exceção. Tem homens que não valem o que comem, e mulheres que se fossem um poste fariam melhor seu papel e deixariam de prejudicar tantos incautos. Venho insistindo nesse tema, mulheres, porque acho  importante toda a discussão sobre papéis quando tudo se está sendo questionado, inclusive o papel de cada um e seu comportamento na sociedade. As mulheres, ao que vejo, estão numa jornada tresloucada de sua existência, questionando todos os fatores que a levam a ser mulher. Não sei se essa ainda é a aquela questão das mulheres não possuirem pinto, de que tanto os psicólogos falam, ou simplesmente um esgarçar de costumes que vem como uma revolta ou uma busca insana de um prazer limitado. Tudo isso se reveste de uma total afasia de sentimento próprio e por outros. As mulheres trilham um descaminho perigoso e vão pagar um preço caro por isso. Aliás, já estão pagando. Leio no facebook uma paródia de que “no dia de finados não quero um defunto para chamar de meu, por isso no dia dos namorados não preciso de ninguém”. Essa empáfia de se bastar é um pecado pessoal que o sentimento revela em rotos bordões. As “celebridades” estão influenciando o comportamento de uma parcela descerebrada das mulheres. É comum vermos comportamentos duvidosos e formas contrastantes de mulheres que deveriam ser mais próximas de sua natureza. As mulheres estão se aproximando do ideal, só vai faltar coçar o saco. A igualdade de comportamento é nevrálgica para ambos. Homens precisam de mulheres e mulheres de homens. Tudo fora disso respinga em um comportamento que não nos premia em futuro. Isso não significa ser contra homossexuais de qualquer gênero. Eu falo de comportamento, gestão de sua própria vida, seriedade de caráter. Tudo é possível, menos revolucionar a espécie, sobe pena de sua própria extinção e importância. Todos têm encantos e quando os perdemos, perdemos também a razão de ser e existir.

 p.s.: essa onda de mulheres sós, não é por acaso, nem porque são maioria…

Mulher S/A (Geração Viagra)

Posted in Atualidades, Comentário, Opinião with tags , , , on 10/06/2011 by Carlos Baltazar

A década de 90 foi pródiga em separações de casais, alguns tradicionais. Atribuiu-se tudo aos poderes mágicos do “diamante azul”, o Viagra, e outros que o acompanharam. Mas acredito ser uma visão muito simplista imaginar que um casamento acabe só por causa do sexo. Alguns outros componentes fazem parte desse universo duo e quase não são mencionados. Ciosas do controle total ou da falta dele, as mulheres tornaram-se CEO’s da relação ou MEI’s de suas próprias razões. É muito comum, e isso é uma falha conjectural da mulher, que ela traga problemas que não dizem respeito à relação para dentro dessa, causando desconforto e lhe atribuindo dores que não são dela. Essa atitude que é certo desrespeito ao homem, implica em desgaste claro da duocidade entre ambos, que se vê invadida por situações alheias à relação dos dois e ao próprio sentimento. Por sua natureza, mulheres acham que podem tomar conta de tudo e de todos e mesmo resolver todos os problemas, só que, normalmente, se esquecem de seus próprios problemas. Ao contrário do que se diz, acho que a mulher é que está perdida em conflitos em todos os departamentos da sua empresa. E pior, não está dando conta do principal – a razão e a missão da relação. Cuidar do dinheiro do taxi do boy dá trabalho sim e toma tempo. Tempo em que os planos de marketing poderiam estar sendo analisados e discutidos. Por isso vêem-se tantos bons profissionais abandonando a carreira e indo buscar uma vida nova, “naquilo que gosta”. Não é a possibilidade de ganho imediato, nem a carreira  o que importa, mas antes de tudo a felicidade.

p.s.: ser homem significa antes de mais nada admitir que os brutos também amam…

Mulheres, universo em conflito

Posted in Arte, Atitude, Atualidades, Comentário, Mídia, Música, Opinião, Sexo with tags , , on 07/05/2011 by Carlos Baltazar

Uma mulher só é mulher quando sabe ser mulher. Homens não gostam de mulheres que falam alto, que são espalhafatosas e querem ser o centro das atenções ou que falam palavrões, mulheres muito dadas e rodadas. As mulheres atuais, em sua maioria, mais parecem gladiadoras, em que pese saltar aos olhos somente músculos corporais e poucos cerebrais. Os homens que as apreciam, tenho dúvidas quanto ao seu aparato masculino de verdade, esses querem ter um amigo sem bilau (mas se acaso tiver também tudo bem), para falar de futebol, beber cerveja e dar uns trancos de vez em quando. Mas essas não são mulheres. As mulheres perderam o senso de ridículo e a noção de limite. Meninas deixam de ser meninas quando querem ter comportamento de funkeiras maloqueiras, se deliciando com músicas das chamadas tati’s quebra-barracos. Os maus costumes da criminalidade da periferia invadiram as personalidades fracas da juventude adolescente, que em sua promiscuidade de valores revela total afasia de conceitos e principalmente estética. Uma mulher nunca será bela parecendo-se com um homem ou agindo como um. E normalmente quem gosta de mulher gladiadora quase sempre tem pau pequeno. Ô, se tem.

A bela Grace Kelly, por sua vez, mostra que feminilidade e delicadeza são de verdade o que os homens esperam encontrar numa mulher e o que os faz simplesmente admirar e desejar sua beleza de mulher. O resto, bem o resto é só o resto, quem está na estrada sabe, e sobra…

p.s.: este post é em homenagem à minha mulher que sempre foi feminina, linda e mulher.

Lutem mulheres, lutem !

Posted in Atitude, Atualidades, Comentário, Notícias, Opinião, Política, Religião with tags , , , on 23/04/2010 by Carlos Baltazar

É revoltante continuar a ver mulheres sendo oprimidas, discriminadas e violentadas em países que optaram pela ditadura de estado ou religiosa. Hoje, a maioria dos países pobres e não laicos vivem sob ditaduras ferozes e que reprimem direta e primeiramente as mulheres. Há poucos dias o aiatolá chefe do anão do Irã disse que a culpa pelos terremotos era das mulheres e seu comportamento. Outro anão de jardim (engraçado, parece que esse comportamento insano e imbecil parte sempre dos nanicos e tampinhas, será que é psicológico ou genital?) é o coreano-nortista que proibiu as mulheres de dirigirem carros e até bicicletas por essas serem muito “barbeiras”, apesar de serem elas os semáforos das ruas, já que lá não existem semáforos. Trabalham como escravas e não podem usar calças, sob pena de multa ou trabalhos forçados. É ridículo, vergonhoso e triste que as mulheres do mundo não gritem por conta de todas essas humilhações. Sarkozy, ”o baixinho da carla”, decidiu peitar a turma dos fecundos turbantes e impor uma lei que proíbe a burca, esse sacrilégio humano contra as mulheres, em todo o território francês. Beleza. Tem que ter atitude séria para peitar essa turma, que sempre se fez e se faz de santinha, mas que no fundo corroem os valores humanos duramente conquistados pelo ocidente. Até hoje, em nada contribuíram para o progresso da humanidade, revelam atraso, opressão, ódio, vingança e selvageria. Tratam as mulheres como lixo, e adoram andar de mãos dadas com seus jovens discípulos. Não é crível que governos de bem não gritem contra e não estabeleçam também essas proibições em seus territórios, afinal se querem viver aqui que o façam segundo as nossas normas e costumes. Ou alguém vai lá tomar uma geladinha, segundo os nossos costumes?

p.s.: Um povo, um homem ou uma religião que trata o outro ser humano como lixo, só porque ele tem outro sexo ou cor não merece nenhum respeito, são párias perante Deus. Homens que escreveram seus dogmas pensando em seu bel prazer e razão, não tiveram nenhum contato verdadeiro com Deus, mas sim com seus falsos profetas. Falam de paz com traição nos olhos, falam de amor empunhando uma faca dentro de suas vestes, falam de Deus como se a razão do Criador estivesse ligada ao inferno a que estão condenados em sua miudez humana.

Vaidade Feminina

Posted in Humor with tags , on 09/03/2010 by Carlos Baltazar

A vaidade feminina realmente não tem limites…

p.s.: vai lá saber quem poderá chegar…

Mulher X Gay

Posted in Atitude, Atualidades, Opinião, Sacanagem, Sexo with tags , , on 09/03/2010 by Carlos Baltazar

Sei que é um assunto um tanto delicado, mas tenho a minha opinião formada a respeito da relação mulheres e gays. Estava a pouco lendo no Portal Terra algo sobre isso e vi afirmações difíceis de acreditar como verdadeiras. Uma delas é que os gays “sabem desvendar o universo feminino e, com muita sutileza e transparência são diretos na hora de aconselhar e advertir as amigas”. Primeiro nenhum homem conhece o universo feminino, segundo, transparência não é a palavra certa, e terceiro, diretos é um belo “me engana que eu gosto”. Gay não gosta de mulher. Gay desconhece  mulher, seu corpo, sua essência feminina e sua natureza. Um gay jamais vai conseguir ver uma mulher linda e feminina ou entender a sua anatomia, porque ele pouco entende a sua. Lamento mas essa história de amizade entre gays e mulheres já roubou muitos namorados e maridos por aí. A latência psicológica gay influi na mulher alguns conceitos errados e que na prática não são tão valiosos como se pensa. A mulher acha que pode conhecer o universo masculino através de um gay, mas está errada. Homens são homens, mulheres são mulheres, gays são um intermediário psico-sexual entre eles, não são um nem outro, estão em busca de algo que ficou lá atrás.

p.s.: desculpem os mais avançados em conceitos sexuais, nada contra gays, mas a diversidade psico-sexual é algo que ainda é preciso entender e revelar sem mística ou fantasia.