Arquivo para sarney

Agora são outros 500…

Posted in Atitude, Atualidades, Comentário, Denúncia, Eleições, Mídia, Notícias, Opinião, Polícia, Política, Religião, Sacanagem with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 14/07/2017 by Carlos Baltazar

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Para entender um pouco os tempos atribulados de hoje, é preciso voltar aos “anos de chumbo”, quando o regime militar instituiu um formato de repressão que desorientou fortemente as forças políticas que lutavam contra o regime. A forte ação do regime causou a desmobilização de muitos dos grupos que lutavam por liberdade e direito às ideologias que queriam ver implantadas no país. Mas o confronto urbano e no campo deixou sérias sequelas em muitos dos ideólogos desses movimentos. E muitos tornaram-se apenas um discurso, sem a ação necessária. Daí veio a surgir Lula da Silva, um escolhido pelo sistema para fazer parte da transição necessária do poder novamente aos civis. Escolhido à dedo, diga-se. Lula da Silva foi alçado à condição de líder de um sindicato patrocinado pelas poderosas multinacionais automobilísticas, que necessitavam de interlocução forte entre seus milhares de funcionários. Naquele momento não se podia correr riscos.

Alguns renomados uspianos foram destacados para compor o perfil mítico de Lula, para que não houvesse dúvidas de sua capacidade de liderança. Claro que muito teve de ser feito, afinal não bastava ser um líder sindical, era preciso agregar a ele um perfil de “líder social”, capaz de conter abusos num Brasil que deveria voltar a ser “uma democracia civil”. E todo o teatro montado sobre esse verossímil personagem deu resultado. E tanto deu resultado, que até a Igreja Católica, aproveitou-se da proximidade de alguns desses movimentos de resistência, pegou carona na pseudoliderança de Lula e acoplou algumas de suas doutrinas ao discurso dele. E que foi finalizado com a ideologia uspiana de alguns bacharéis sociais, que viram em Lula uma forma de alcançar o poder rapidamente após esse período de exceção, em que os militares não se atreveriam a contestar uma liderança “nascida do povo”.

Daí foi engendrado o que se chama hoje Partido dos Trabalhadores. Um feudo repleto de teóricos bancados pelo Grupo 14 da Fiesp. Grupo de empresas esse que deu muitos recursos para Lula nas negociações coletivas de trabalho, em que ele comandava a categoria como se estivesse regendo uma manada de indivíduos sem noção do que estava por vir, em seu nome. E não dá para dizer que Lula não foi inteligente, ao contrário, ele deu um nó em todos os teóricos da USP, da Igreja e assumiu o controle do PT e dos muitos movimentos de Esquerda que haviam se abrigado no partido.

Começou aí a desestabilização política da Esquerda. Lula e o seu PT chamaram para si a responsabilidade pelas conquistas que todos os movimentos de Esquerda tinham, como ideário. E como muitos desses não tinham liderança suficiente, simplesmente se prostraram diante da liderança maior de Lula e do PT.  Por isso o Partido dos Trabalhadores foi o maior responsável pela desestruturação dos movimentos e do pensamento da Esquerda no Brasil. E essa desestabilização afetou, por mais irônico que possa parecer, também a Direita, já combalida pela perda do poder pelos militares. Ou seja, Lula consegue em uma só tacada, desestruturar a política nacional como um todo. Alguns dos líderes de então correram para recuperar o tempo perdido e tentaram inovar um discurso que pudesse surtir efeito junto a um eleitorado ávido por votar e sentir os ares da nova democracia. O maior “partido” de oposição, o MDB, esfacelou-se em vários grupos que abrigava e mudou de nome para PMDB. Até a ARENA, que era o partido dos militares, tentou tornar-se mais palatável ao eleitorado virando PDS.

A estratégia eleitoral do PT era bem simples “somos contra”. Ao mesmo tempo em que usava “discursos prontos” de um mundo quase utópico. Cativou com isso uma parcela cativa na população. Não importava qual motivo, mas era preciso ser do contra, sempre. O PT, por exemplo, não apoiou o Plano Real, não assinou a Constituição de 88, não participava de governos como aliado, enfim, fez o jogo político para alcançar seu objetivo que era o de chagar ao poder sozinho e sem testemunhas. E para isso contava como seu maior cérebro e que Lula soube usar muito bem, como seu fiel escudeiro, José Dirceu. E coube a esse o fardo de negociar com as elites financeiras e empresariais do país, tranquilizando-as de que nada de ruim seria cometido contra elas, para que dessem enfim seu apoio ao plano do PT de chegar ao poder levando à frente seu líder maior, Luiz Inácio Lula da Silva, que já havia disputado e malogrado várias eleições à presidente. E chegou a hora de Lula encenar seu maior papel na política nacional: a de presidente de república.

E foi como presidente que Lula finalmente mostrou que seus ideólogos estavam errados quanto ao seu caráter. Lula sabia o que queria para si e para seu grupo de domínio, sem nunca esquecer das poucas migalhas dadas aos históricos movimentos de Esquerda que iam com ele aonde fosse. Lula tratou bem de banqueiros e empresários. Montou uma estrutura de financiamento partidário-eleitoral que jamais havia se visto no Brasil. E tudo com o intuito de perpetuar-se no poder e junto com ele o PT. Enquanto isso os combalidos movimentos de Esquerda viam cada vez mais remotas as suas chances de tornarem-se protagonistas de políticas públicas que tivessem o seu perfil ideológico. Sequer podiam discutir novos formatos de política nacional porque Lula e o PT eram hegemônicos e não permitiam dissidentes. E os que foram, foram apedrejados como mercadores de ideologias.

Mas a ganância política de Lula e do PT chegou a tal tamanho que, ter uma maioria congressual não valia tanto. O objetivo era mandar na política como nunca se havia feito. E quem fosse do contra seria varrido do mapa, como Lula chegou a afirmar uma vez, que iria varrer o partido PFL do Brasil. Ou seja, Lula adquiriu a insensatez do poder, o mais maléfico dos defeitos. E assim foi, e assim fez. Mergulhado em denúncias de corrupção, Lula e PT viram-se acuados em sua própria justificativa. Começou aí a desabar o sonho do poder sem limites de Lula, José Dirceu e do PT, e que culminou em sua condenação por quase dez anos de cadeia e muitos dos seus membros a muitos anos mais.

Hoje há alguma tentativa de reorganização da Esquerda, e da própria Direita no Brasil, mas a timidez desses movimentos está baseada em compromissos históricos que jamais serão cumpridos. A Esquerda, tanto quanto a Direita, precisam de uma nova visão sobre o Brasil, que vive um novo contexto histórico, tentando varrer antigos coronéis e velhas lideranças políticas, carcomidas pelo tempo. É preciso que surja uma Nova Esquerda e sim, uma Nova Direita, composta não por idealistas somente ideológicos, mas, principalmente, por pessoas que possuam um nacionalismo febril, que saibam entender os anseios, os novos anseios, da população brasileira. Que possuam um engajamento pessoal em causas que não são suas, mas de milhões. Não dá para ter sociólogos brilhantes ou líderes sindicais atrelados a coronéis da velha política, com fizeram nossos últimos presidentes. Muito menos infiltrar uma liderança sem propósito como Dilma num cenário que não lhe cabia, que não a apetecia.

É preciso que a Esquerda e a Direita construam novas lideranças e que essas se renovem num processo político mais vigoroso e menos acanhado. O Brasil possui espaço para muitas ideologias, mas não para novos líderes de papel ou de fantasia. Lula foi o último dos fantoches do poder, assim como o foram Sarney, Collor, Itamar, FHC, Dilma e agora Temer (quem?). É preciso passar uma linha na história do Brasil. Um meridiano que nos separe para sempre desses tristes séculos de corrupção e descaso com nossa população.

A política precisa evoluir indistintamente de ideologias e formatos. O Brasil de hoje é muito mais complexo do que velhas teorias econômicas ou sociais. Temos que evoluir para um modelo próprio de condução política, que nos dê base para a construção de um futuro menos desigual. Consolidar instituições que nos levem a um controle social maior do que hoje há. Renovar leis, condutas, pactos. E isso só será possível com uma nova política e novos líderes. Projetos de governo que possuam ideologias factíveis com o que vivemos hoje, não somente utopias que fizeram de nós escravos permanentes de um Estado sem propósito público.

CRIANÇAS COM BANDEIRA DO BRASIL

A política deve libertar o Brasil e o nosso povo. Por isso Esquerda e Direita, se é que ainda podemos usar termos tão gastos e distantes da realidade, devem ter um compromisso moral com o futuro deste país e de seu povo. Não podemos abdicar de nosso papel histórico. Os outros já definiram os seus. Cabe a nós definirmos o nosso.

 

Acorda, Brasil !

Posted in Atitude, Atualidades, Comentário, Eleições, Lava-Jato, Mídia, Notícias, Opinião, Polícia, Política, Sacanagem with tags , , , , , , , , , , , , on 06/07/2017 by Carlos Baltazar

Esperança-divide-seus-hemisférios

Os brasileiros, essa trupe empertigada de sofrimentos, vive o tormento do porquê, afinal de contas, este país não deslancha finalmente e assume uma situação que todos esperamos desde que alguém professou o celebre adjetivo: “o país do futuro”. Não foram poucas as crises porque passamos juntos, unidos numa esperança que parece não ter fim. Mas que hoje, com essa crise política que mais parece um terremoto institucional, vai arrefecendo.

A título de exemplo, uma questão que nos é fundamental mostra, em detalhes, toda o desleixo com que nossos representantes vêm tratando “o país do futuro”. O comércio exterior, que possui um potencial de desenvolvimento importantíssimo, e que poderia nos trazer uma condição de melhoria social e estrutural, vem, desde os governos de FHC e Lulla, sendo tratado com um viés ideológico e numa total afasia de vislumbrar alguma perspectiva para o país.

Tentando impor-se com uma filosofia praticada apenas pelos que desconhecem os ritos econômicos mundiais, o Brasil tentou apoio político e econômico em países que correspondem a uma porção insignificante do PIB mundial. E até mesmo ditaduras sangrentas entraram na baila. FHC e Lulla trilharam caminhos idênticos porque são defensores das mesmas práticas políticas. E lá fomos nós tentar comprar e vender para o Mercosul, África, Oriente Médio e Oceania, deixando de lado mercados de ponta, como EUA e Europa. Resultado prático: acumulamos prejuízos, dívidas não pagas e perdemos mercados importantíssimos para o sustento e desenvolvimento de nossa economia.

Enquanto isso, alguns de nossos grandes concorrentes, em áreas de negócios e produtos construíam acordos bilaterais com vantagens mútuas, enquanto continuávamos a esperar o grande acordo da OMC, que nunca veio. O acordo com a União Europeia, que nunca veio. E ficamos nós assim, na eterna esperança.

Se analisarmos os últimos presidentes civis do Brasil, vemos que nossa esperança deve continuar se quisermos um dia ser mesmo “o país do futuro”. Sarney, Collor, Itamar, FHC, Lulla, Dilma, Temer. O que lhe parece isso, um rol de ilustres ou um bando que ousou liderar o Brasil por um caminho sem contorno de um objetivo planejado de forma nacional? Se juntarmos todas essas ideologias sociais e econômicas teremos um balaio de gatos vira-latas. Um capitão-do-mato, um playboy, um sei-lá-o-quê, um sociólogo ambíguo, um operário (sic) sem causa, uma paraquedista que nos logrou a pior crise política e econômica da história. E por fim um diabólico político que ousa aviltar o país com denúncias de propinas na casa dos 500 milhões de reais.

Talvez não sejamos bons de comércio e negócios. Mas de certo somos bem piores de nacionalismo e amor à pátria que nos abriga. Enquanto isso, nossos concorrentes velejam em mares menos bravios, ganhando mercados, refastelando-se no que não somos capazes de acordar. Tenho a ligeira desconfiança de que nos acordos que somos bons, outros países não fazem questão de participar.

“Cai o rei de espadas, cai o rei de ouros, cai o rei de paus…cai, não fica nada…

Posted in Atitude, Eleições, Lava-Jato, Notícias, Opinião, Polícia, Política with tags , , , , , , , , , , on 21/05/2017 by Carlos Baltazar

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Numa só tacada, a dupla caipiro-petista Joesley e Wesley, assinou com sangue a morte do que restava da Velha e da Nova República. Após passar anos conseguindo bilionários empréstimos escusos do BNDES em troca de propina para centenas de parlamentares, a JBS começa a sentir o cheiro da sua derrocada, tal qual a Odebrecht.

Nos anos de ouro da Velha República, muitos parlamentares tornaram-se ricos por suas relações com o poder. Na Nova República não foi diferente. Apenas o poder “socializou” o dinheiro público, triangulando suas vertentes mais a miúde. Uma boa parcela dos políticos que não tinha acesso a mamatas no regime militar estava ávido por aproveitar-se do erário segundo as suas pessoais convicções. Sarney emplacou a ferrovia Norte-Sul. Collor, vendeu favores presidenciais, dizem que beirando os um bilhão de dólares. E FHC trabalhou intimamente com bancos, empresas de telefonia. Mas o marco da gestão tucana foi, o que hoje nos espanta, o primeiro loteamento do congresso para conquistar a sua reeleição, e as bases férteis para que a Petrobrás fosse quase aniquilada nos governos que se seguiram. Acabava aí a Velha e a Nova República. Aí veio o “Socialismo-Sindical” de Lulla e sua intrépida trupe, que alijou dos brasileiros bilhões de reais, naquela que sem dúvida foi a maior gatunagem pública que a humanidade já viu (ou você ainda duvida?). Dilma, aquela a quem deram a alcunha de “gerentona”, talvez mais por opção do que por sua competência gerencial, legou ao país mais de 13 milhões de trabalhadores desempregados, um dívida interna na casa do trilhão e tanto de reais, contas públicas em total falência além dos crimes institucionais e de relevo pessoal. Após um processo natural de impeachment, assumiu seu vice e formou o que se quisera chamar de “governo reformista”. Que nada. Sem grandes surpresas vem sobre ele igual ameaça, em forma de delação premiada (e eles ainda ganham prêmio?) e afastamento por conta de corrupção.

Afinal, o que estamos fazendo com nosso país?  Que tipo de governo nos é possível? Os brasileiros sempre tiveram receio de aplicar penas duras em quem comete crimes. Pior, acham que a maioria pode ser reconduzida à sociedade como um cidadão casto e fiel pagador de impostos. Mas não temos mais como levar este jogo adiante sem que façamos algo sério e agora. O sistema que temos nos induz à corrupção de forma implacável. A burocracia governamental, o sistema partidário e eleitoral, empresários que querem enriquecer às custas da miséria do povo. É preciso mudar nossa política, que sempre forma castelos de cartas, marcadas. O jogo precisa ser aberto, transparente. Todos à mesa devem poder participar e ter chances de ganhar. Hoje ganham apenas os caciques, os apadrinhados, os institucionalizados, aqueles que “eles” julgam ser melhores de lucro que outros. É hora de radicalizar nas consequências. Partir pro tudo ou nada. Varrer das instituições a praga da corrupção que nos escraviza. E cada povo deve achar seu destino. O que queremos para nós e o nosso Brasil?

Roubrasilogismo: alguém têm genérico aí???

Posted in Atualidades, Comentário, Denúncia, Eleições, Mídia, Notícias, Opinião, Política with tags , , , , , , , on 30/10/2012 by Carlos Baltazar

É preciso tirar algumas lições da última eleição aqui em SP. Existem momentos em que a população dá de ombros para quem vai ou não ser eleito, mas há momentos em que a necessidade de mudança torna-se  escancarada para quem quiser ver. E nem todos os partidos possuem essa vitalidade política e administrativa para implementar mudanças. O PSDB é um desses partidos. Possui quadros bons, mas é fraco em sua atuação de gestão. Possui velhos dogmas, velha mentalidade, por isso precisa se reestruturar. Até o bom e velho FHC, que adora um THC, sabe e já disse isso. Aplaina-se uma fusão e algumas coligações estratégicas a nível nacional, mas na cidade de São Paulo, o PSDB mostrou que pratica a velha política. Aboliu as prévias, deixou de oxigenar seus militantes e quadros e se vergou ao soturno e desalmado Serra e sua trupe mal acabada, incompetente, que sequer conseguiu dizer a que veio nesta eleição. Serra é um dos últimos políticos que enxergam o serviço público como estábulo para seus cavalos. Outros, de outros partidos, estão sendo julgados e serão presos. Essa é a esquerda e sua herança maldita. Nos velhos moldes assumidos pelas viúvas de Marx, Lênin e Mao. Outros poucos de Trotsky. É triste ver que a política nacional está girando em torno de seu próprio rabo. Não dá para distinguir pessoas, siglas, ideologias. Tudo é poder e dinheiro. Novamente vamos ver Renan Calheiros ser eleito presidente do Senado Federal, como o apoio do PT. O que é isso? Governabilidade? Ridículo. O Brasil não consegue enfrentar as oligarquias nordestinas que se perpetuam há séculos. Sarney, Renan, Collor, Jucá, e tantos outros na surdina dos porões do poder fazem a penhora da Nação brasileira. Espero que o desfecho Mensalão possa trazer novos ares para algumas mentes civilizadas. Claro que isso é a pontinha do iceberg. Se investigar fortemente o BNDES e Eike Batista iremos chegar perto de uns US$ 40 bilhões, segundo a revista americana FORBES.

p.s.: Mas ao que parece Lulla está sendo seguido de perto. Seus bens estão bloqueados por um pedido do MPF. Este é o link. Acesse e clique em “partes”.

http://processual.trf1.jus.br/consultaProcessual/processo.php?secao=DF&proc=78070820114013400

Essa notícia, que boa parte do Brasil espera, foi publicada em 23/10/12 no jornal Correio da Manhã, de Portugal. Veja o link abaixo.

http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/internacional/mundo/ministerio-publico-pede-bloqueio-de-bens-de-lula

Obama, do tamanho que lhe cabe

Posted in Atualidades, Comentário, Eleições, Notícias, Opinião, Política with tags , , , on 13/04/2012 by Carlos Baltazar

Não lembro de ter feito qualquer comentário à respeito de Barack Husseim Obama (e veja lá se isso é nome de americano de verdade). Devo ter feito, mas não me lembro. Bem, vá lá. Acho que os Republicanos americanos são loucos, e somente loucos constroem um país, pessoas normais não tem peito. Ok, fizeram uma guerra maluca e têm um monte de aloprados no partido. Mas Democratas, são como a nossa esquerda aqui. Os PT e PSDB da vida. Incompetentes, arrogantes, midiáticos e vazios. O discurso de Obama sempre foi parecido com o do Calango Cachaceiro, apenas um defende a livre iniciativa e o outro a livre iniciativa contanto que ele desfrute bem dos dividendos. Um falou de saúde, o outro chorou pela mãe que morreu sem atendimento. Nenhum deles fez nada. Um tentou fazer alguma coisa na economia e só fez merda. O outro tentou a mesma coisa e achou melhor deixar como estava pra não dar merda. Um ficou oito anos para nosso sofrimento, lá também isso vai ocorrer. Ambos desconhecem o Brasil e isso não é uma coincidência. Um só sabe o que é ser pobre no Brasil, o outro mal sabe aonde fica o Brasil. Ambos são líderes de desgovernos. Um comandou o governo mais corrupto da história republicana deste país. O outro possui outras fontes de renda…

p.s.: os bons oradores tornam-se políticos apenas pelo carater de sua voz e eloquência…

 

Sarney, de novo…

E não é que o Sarney tá nas gravações do Cachoeira também. Ou alguém tinha dúvida disso. E agora josé? O aeroporto que tem lá um afilhado político colocado pelo cacique facilitava a entrada de contrabando e demais mercadorias…é, a vida continua…

 

p.s.: cambada de ladrões !!!

Vai-te embora Ricardo Teixeira !!!

Posted in Atitude, Atualidades, Comentário, Denúncia, Eleições, Esporte, Mídia, Notícias, Opinião, Polícia, Política, Sacanagem with tags , , on 12/03/2012 by Carlos Baltazar

Acabou mais uma página triste da nossa história. Ricardo Teixeira, genro do João Havelange, renunciou à presidência da CBF dizendo-se com problemas de saúde. Exemplo vivo de como um homem não deve ser, esse senhor comandou um esquema de corrupção no futebol que deu inveja no sogro. Triste exemplo para nossos filhos. Ronaldo Gordo Corintiano Papa-Traveco sem Humor é o próximo da lista. Metendo-se em negócios escusos com o ex-chefe, Nazário logo vai ter seu nome envolvido nos antigos rolos do ex-patrão. É só aguardar.

p.s.: só espero que o filho do Sarney não queira pegar o resto do bolo…

Sarney’s , a saga da corrupção

Mais uma da família mafiosa Sarney. Neto do famigerado corleone do Maranhão/Amapá, ganha dinheiro fácil fazendo o que o avô lhe ensinou melhor: faturar dinheiro público sem se importar com leis, ética ou qualquer outro valor que signifique honestidade e carater ou mesmo moral. Até quando essse pulhas vão se diveritr às nossas custas? Enriquecer com dinheiro que deveria servir de base para uma vida melhor para todos os brasileiros? Basta! Chega de Sarney’s! Cadê a decência que deveria nortear nossa instituições públicas? O pior, e sempre tem o complemento, é que nos fazem crer que todo esse lodo é legal. Foi apenas um descuido que a lei prevê e que ninguém deu-se conta. Até quando senhores, até quando?

p.s.: por que será que as coisas ruins duram tanto tempo…???

Diário de um Marimbondo

Posted in Arte, Comentário, Humor, Mídia, Notícias, Opinião, Política, Religião with tags , , , , on 06/02/2012 by Carlos Baltazar

ou “O dia em que Genivânia dos Santos Silva virou best-seller”

Acabei de passar por uma experiência que vinha protelando há muito tempo: ler um livro do Paulo Coelho. Não é por nada, mas todo estigma que ouvi durante anos de ilustrados escritores e críticos, me fez temer essa possibilidade. Além do que sempre tive dúvidas da autoria das músicas que ele, Paulo Coelho, diz ter feito em parceria com Raul Seixas. Mas apesar de estar municiado com todo esse arsenal de restrições, dispus-me a ler O Diário de um Mago, best-seller do autor, em que ele descreve sua aventura pelo Estranho Caminho de São Thiago de Compostela, França/Espanha. Devo dizer, sem sombra de dúvida, que ele possui um texto dos mais medíocres que eu já li. Ruim mesmo. A história é fraca, fraca. Parece que foi escrita por um imbecil para o entendimento de outros imbecis. Não entro no mérito da magia do assunto ou da exaustiva Tradição e seus dogmas secretos. Isso é lá com a crença de cada um. Mas Paulo Coelho revelou-se de verdade, para mim, um péssimo escritor. Lamento, eu tentei.

Mas dessa história eu tiro uma lição. Pois toda história nos mostra uma moral. Acho que mesmo que ele próprio não tenha escrito seus livros, talvez sua empregada, acho que ele merece estar na Academia Brasileira de Letras. E dou fundo à minha tese. Se José Ribamar, mais conhecido pela alcunha de Sarney, participa dessa com seu Marimbondos de Fogo, por que não Genivânia dos Santos Silva ou seu alterego Paulo Coelho? Eu defendo Geni…, digo Paulo Coelho na ABL, sim. Quer coisa pior que estar no Rio de Janeiro, numa tarde quente para cacete, usando um fardão ridículo e tomando chá quente com um bando de velhos caquéticos que na maioria das vezes esquecem onde estão? O muito bom disso é a “ajuda de custo” que o governo federal dá, hoje me torno de uns 25 paus por mês. Tá Bom? Eu também acho. Participe também da campanha “Genivânia dos Santos Silva na ABL” Pois todos nós temos algo importante a dizer.

p.s.: quando não lê os gibis da Mõnica e do Cebolinha, o ex-presidente lulla dedica-se a evoluir sua metamorfose ambulante nos livros de Paulo Coelho, seu guro esbiritual…