Agora são outros 500…

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Para entender um pouco os tempos atribulados de hoje, é preciso voltar aos “anos de chumbo”, quando o regime militar instituiu um formato de repressão que desorientou fortemente as forças políticas que lutavam contra o regime. A forte ação do regime causou a desmobilização de muitos dos grupos que lutavam por liberdade e direito às ideologias que queriam ver implantadas no país. Mas o confronto urbano e no campo deixou sérias sequelas em muitos dos ideólogos desses movimentos. E muitos tornaram-se apenas um discurso, sem a ação necessária. Daí veio a surgir Lula da Silva, um escolhido pelo sistema para fazer parte da transição necessária do poder novamente aos civis. Escolhido à dedo, diga-se. Lula da Silva foi alçado à condição de líder de um sindicato patrocinado pelas poderosas multinacionais automobilísticas, que necessitavam de interlocução forte entre seus milhares de funcionários. Naquele momento não se podia correr riscos.

Alguns renomados uspianos foram destacados para compor o perfil mítico de Lula, para que não houvesse dúvidas de sua capacidade de liderança. Claro que muito teve de ser feito, afinal não bastava ser um líder sindical, era preciso agregar a ele um perfil de “líder social”, capaz de conter abusos num Brasil que deveria voltar a ser “uma democracia civil”. E todo o teatro montado sobre esse verossímil personagem deu resultado. E tanto deu resultado, que até a Igreja Católica, aproveitou-se da proximidade de alguns desses movimentos de resistência, pegou carona na pseudoliderança de Lula e acoplou algumas de suas doutrinas ao discurso dele. E que foi finalizado com a ideologia uspiana de alguns bacharéis sociais, que viram em Lula uma forma de alcançar o poder rapidamente após esse período de exceção, em que os militares não se atreveriam a contestar uma liderança “nascida do povo”.

Daí foi engendrado o que se chama hoje Partido dos Trabalhadores. Um feudo repleto de teóricos bancados pelo Grupo 14 da Fiesp. Grupo de empresas esse que deu muitos recursos para Lula nas negociações coletivas de trabalho, em que ele comandava a categoria como se estivesse regendo uma manada de indivíduos sem noção do que estava por vir, em seu nome. E não dá para dizer que Lula não foi inteligente, ao contrário, ele deu um nó em todos os teóricos da USP, da Igreja e assumiu o controle do PT e dos muitos movimentos de Esquerda que haviam se abrigado no partido.

Começou aí a desestabilização política da Esquerda. Lula e o seu PT chamaram para si a responsabilidade pelas conquistas que todos os movimentos de Esquerda tinham, como ideário. E como muitos desses não tinham liderança suficiente, simplesmente se prostraram diante da liderança maior de Lula e do PT.  Por isso o Partido dos Trabalhadores foi o maior responsável pela desestruturação dos movimentos e do pensamento da Esquerda no Brasil. E essa desestabilização afetou, por mais irônico que possa parecer, também a Direita, já combalida pela perda do poder pelos militares. Ou seja, Lula consegue em uma só tacada, desestruturar a política nacional como um todo. Alguns dos líderes de então correram para recuperar o tempo perdido e tentaram inovar um discurso que pudesse surtir efeito junto a um eleitorado ávido por votar e sentir os ares da nova democracia. O maior “partido” de oposição, o MDB, esfacelou-se em vários grupos que abrigava e mudou de nome para PMDB. Até a ARENA, que era o partido dos militares, tentou tornar-se mais palatável ao eleitorado virando PDS.

A estratégia eleitoral do PT era bem simples “somos contra”. Ao mesmo tempo em que usava “discursos prontos” de um mundo quase utópico. Cativou com isso uma parcela cativa na população. Não importava qual motivo, mas era preciso ser do contra, sempre. O PT, por exemplo, não apoiou o Plano Real, não assinou a Constituição de 88, não participava de governos como aliado, enfim, fez o jogo político para alcançar seu objetivo que era o de chagar ao poder sozinho e sem testemunhas. E para isso contava como seu maior cérebro e que Lula soube usar muito bem, como seu fiel escudeiro, José Dirceu. E coube a esse o fardo de negociar com as elites financeiras e empresariais do país, tranquilizando-as de que nada de ruim seria cometido contra elas, para que dessem enfim seu apoio ao plano do PT de chegar ao poder levando à frente seu líder maior, Luiz Inácio Lula da Silva, que já havia disputado e malogrado várias eleições à presidente. E chegou a hora de Lula encenar seu maior papel na política nacional: a de presidente de república.

E foi como presidente que Lula finalmente mostrou que seus ideólogos estavam errados quanto ao seu caráter. Lula sabia o que queria para si e para seu grupo de domínio, sem nunca esquecer das poucas migalhas dadas aos históricos movimentos de Esquerda que iam com ele aonde fosse. Lula tratou bem de banqueiros e empresários. Montou uma estrutura de financiamento partidário-eleitoral que jamais havia se visto no Brasil. E tudo com o intuito de perpetuar-se no poder e junto com ele o PT. Enquanto isso os combalidos movimentos de Esquerda viam cada vez mais remotas as suas chances de tornarem-se protagonistas de políticas públicas que tivessem o seu perfil ideológico. Sequer podiam discutir novos formatos de política nacional porque Lula e o PT eram hegemônicos e não permitiam dissidentes. E os que foram, foram apedrejados como mercadores de ideologias.

Mas a ganância política de Lula e do PT chegou a tal tamanho que, ter uma maioria congressual não valia tanto. O objetivo era mandar na política como nunca se havia feito. E quem fosse do contra seria varrido do mapa, como Lula chegou a afirmar uma vez, que iria varrer o partido PFL do Brasil. Ou seja, Lula adquiriu a insensatez do poder, o mais maléfico dos defeitos. E assim foi, e assim fez. Mergulhado em denúncias de corrupção, Lula e PT viram-se acuados em sua própria justificativa. Começou aí a desabar o sonho do poder sem limites de Lula, José Dirceu e do PT, e que culminou em sua condenação por quase dez anos de cadeia e muitos dos seus membros a muitos anos mais.

Hoje há alguma tentativa de reorganização da Esquerda, e da própria Direita no Brasil, mas a timidez desses movimentos está baseada em compromissos históricos que jamais serão cumpridos. A Esquerda, tanto quanto a Direita, precisam de uma nova visão sobre o Brasil, que vive um novo contexto histórico, tentando varrer antigos coronéis e velhas lideranças políticas, carcomidas pelo tempo. É preciso que surja uma Nova Esquerda e sim, uma Nova Direita, composta não por idealistas somente ideológicos, mas, principalmente, por pessoas que possuam um nacionalismo febril, que saibam entender os anseios, os novos anseios, da população brasileira. Que possuam um engajamento pessoal em causas que não são suas, mas de milhões. Não dá para ter sociólogos brilhantes ou líderes sindicais atrelados a coronéis da velha política, com fizeram nossos últimos presidentes. Muito menos infiltrar uma liderança sem propósito como Dilma num cenário que não lhe cabia, que não a apetecia.

É preciso que a Esquerda e a Direita construam novas lideranças e que essas se renovem num processo político mais vigoroso e menos acanhado. O Brasil possui espaço para muitas ideologias, mas não para novos líderes de papel ou de fantasia. Lula foi o último dos fantoches do poder, assim como o foram Sarney, Collor, Itamar, FHC, Dilma e agora Temer (quem?). É preciso passar uma linha na história do Brasil. Um meridiano que nos separe para sempre desses tristes séculos de corrupção e descaso com nossa população.

A política precisa evoluir indistintamente de ideologias e formatos. O Brasil de hoje é muito mais complexo do que velhas teorias econômicas ou sociais. Temos que evoluir para um modelo próprio de condução política, que nos dê base para a construção de um futuro menos desigual. Consolidar instituições que nos levem a um controle social maior do que hoje há. Renovar leis, condutas, pactos. E isso só será possível com uma nova política e novos líderes. Projetos de governo que possuam ideologias factíveis com o que vivemos hoje, não somente utopias que fizeram de nós escravos permanentes de um Estado sem propósito público.

CRIANÇAS COM BANDEIRA DO BRASIL

A política deve libertar o Brasil e o nosso povo. Por isso Esquerda e Direita, se é que ainda podemos usar termos tão gastos e distantes da realidade, devem ter um compromisso moral com o futuro deste país e de seu povo. Não podemos abdicar de nosso papel histórico. Os outros já definiram os seus. Cabe a nós definirmos o nosso.

 

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Os parasitas da USP

É de dar vergonha o parasitismo político canhestro que existe dentro da USP. Ao lado de cérebros privilegiados coexistem outros, no mesmo encéfalo crânio, pequenos seres unicelulares em visão humana. A celeuma da doação do banqueiro Pedro Conde, em generosos valores de um milhão de reais para reforma de uma sala qualquer e que receberia em troca uma placa qualquer com seu nome, reflete exatamente essa questão. Ninguém sabe o que faz a USP a não ser ela mesma. Por isso de nada serve, se nada serve à comunidade. Maconha, discussões sobre a presença da Polícia Militar, essas são frequentes. Mas por que investimos tanto dinheiro numa instituição de ensino que nada retorna para a própria cidade onde está ancorada? Nem a própria favela que coexiste consigo recebe algo dos doutos senhores de toga e títulos. Aliás, esse senhores devem saber que logo seus diplomas valerão tanto quanto suas cuecas sujas. Conhecimento, inovação de nada valem se não for compartilhado. A USP é uma ilha de sabedoria que nada produz, a não ser suas próprias rusgas acadêmicas e políticas. Ao lado de nerds acorrentados às suas teorias falidas pululuam viciados, alienados, aproveitadores e ratos da iniciativa privada. Esses últimos sabe lá porque. A cidade de Sâo Paulo não aufere um único motivo para ter a USP em seu solo pátrio. Jamais auferiu. Hoje vemos centros de excelência tecnológica, de inovação e educação por todo o Brasil. Enquanto isso a USP continua usufruindo de sua velha fama, que de tão velha mal se enxerga. Acordem doutores. Abram as janelas mestres. Sintam o cheiro de sua ruina senhores alunos. O mundo mudou e vocês sequer sabiam…

p.s.: vamos aproveitar a lagalização e criar um campo experimental da marvada…mas só para experiências no campus…

p.s.1: esse fato ocorrido na faculdade de direito mostra bem os doutos senhores que a Justiça irá compartilhar…pobres de nós…

Vacilão

Recebo sempre comentários e e-mails de pessoas afinadas com os assuntos que comento aqui neste Sabor Digital. Aprecio muito essa participação, pois acho que ela nos leva a algum lugar, mesmo que seja para o fundo de um poço. No episódio da maconha USPiana, onde alguns estudantes jubilados em overdose quiseram impor sua vontade por se acharem no direito de simplesmente impô-la, foi possível ver a fragilidade de sua razão. Quando ouço pequenos burgueses usando gírias de bandidos, sinto que eles são os párias do futuro. Acabarão com o dinheiro de seus pais, não terão emprego e enfrentarão situações que só eles saberão. Quando me posiciono contra drogas, não é pelo fato de qualquer um poder usá-las como direito individual. Mas pelo fato de que drogas possuem companhias indesejáveis demais. Seus próprios usuários o são. O crime é seu maior parceiro, embora seus usuários não vejam. Quando você vê pessoas feito trapos humanos, depois de um dia de soberba acidez, você pensa: que porra que esse babaca quer da vida? Afinar sua criatividade ou mostrar que é mais esperto que os vacilões? Quando vi um otário esperto com o cano do traficante na fuça, sabe o que eu tive vontade de perguntar? E aí vacilão, vai arregar pro mano? Otário. Eu não vou entrar em méritos sociais ou químicos. Cada um faça o que quiser com seu cerebelo e seus neurônios. Fodam-se. Afinal todo maconheiro pensa que sabe toda a teoria química do THC. Mas por favor não tragam sua doença para perto de pessoas que não querem ser como vocês. Simples. A sua liberdade termina onde começa a nossa. Estamos conversados, vacilão?

p.s.: para sua informação eu já usei mais droga do que você pensa, só que não para ser um idiota, mas para oferecer resistência…nunca fui um chapado mental assim…

Dirceu 2013

Dirceu, o chefe da quadrilha, diz que volta em 2013 para a política se for absolvido nas barras dos tribunais pelo esquecido esquema de corrupção institucional do Mensalão. Vejam seletos leitores como estamos podres em nossas raízes políticas. Um histórico bandido que virou ministro da Casa Civil da Presidência da República, que engendrou um plano de subjugação institucional do Congresso Nacional aos interesses do PT e sua camarilha, sob a benção e apoio do, esse sim, chefe da quadrilha, Lulla, o amigo e companheiro de armas do Golbery do Couto e Silva. Rezem amigos leitores, e aos agnósticos torçam por um desfecho mais justo para esse caso que nos envergonhou pela amplitude de seu maquiavelismo e mau-caratismo.

 

Rússia

Quem disse que não há vida inteligente na Rússia, depois do comunismo acéfalo? O grupo de meninas ucranianas ativistas do Femen mostra que há…

 

Babaquinhas

E os babaquinhas da geração X continuam sua pregação contra a PM de São Paulo. Tudo bem senhores, apenas quando vocês precisarem de alguma ajuda ao invés de ligar para 190, que tal chamarem os chibabas da USP ou os grafiteiros do metrô, esses sim estarão de peito aberto para lhes socorrer.

 

p.s.: a imbecilidade petista tem funcionado como um combustível para a rapaziada vagabunda do Brasil…viva !

Inimigos, inimigos, negócios à parte…

A pequena capacidade brasiliana de pensar e raciocinar mostra toda sua força quando discordamos de outras pessoas. A ignorância que lateja em nós é tanta que é sempre corriqueiro achar que quem discorda de nós é nosso inimigo. Independente de a nossa opinião ser a certa ou não, de termos ou não razão. Na política isso é muito comum. PT e PSDB são irmãos que se odeiam. Preferem aliar-se ao pior da direita do que cerrarem fileiras juntos. Pior para todos nós, e para o Brasil. Ambos escolheram os caminhos mais espinhosos, mais corruptos e mais solitários de verdade e patriotismo. Vejamos também o caso dos meninos e meninas que gostam de enrolar um lá na USP. À parte a razão de cada um em querer fumar ou não fumar, cheirar ou não cheirar, o que está em discussão é a legalidade da situação. O Estado leia-se, Poder Público constituído, faz cumprir a Lei que rege nossa conduta. Quem não está satisfeito torna-se um fora da lei ou muda-se para outro lugar, onde as leis sejam mais adequadas ao seu perfil pessoal. A PM não está na USP caçando maconheiros, ou usuários de maconha, ou seja lá que nome for, mas está cumprindo seu papel, imposto pela Lei, só isso. A USP é lugar de polícia? Sim, o Estado tem de estar em todos os lugares, senão vira favela do Rio, com domínio de grupos contrários às leis e ao Estado e contrários principalmente aos cidadãos de bem. A USP não é uma ilha só porque é povoada por ilustres cabeças pensantes e famosos doutores de abastadas famílias tradicionais. A USP é paga com dinheiro da população e não pode reservar-se a ser um reino próprio, com mosqueteiros e damas da corte (já nos basta o Congresso). Enquanto não for liberado o uso e porte é proibido e pronto. Na verdade, e o que não se fala é que além de fumar maconha na cara dos PM’s, os burguesinhos de Ipad ficaram tirando sarro de PM que está fazendo o seu trabalho e protegendo os doutores da bandidagem que os cincunda, e que lhes fornece suas carinhas de erva. É prá levar pau mesmo…e vai que gosta…

p.s.: Só para entender…ao mesmo tempo em que o senado ratifica a proibição de fumar em lugares públicos em todo o Brasil querem liberar a maconha?

p.s.1: apenas para informar aos meus queridos leitores que acham que eu sou reacionário…já fumei e traguei algumas vezes, acho que é porta de entrada para outras drogas sim, causa dependência sim, e dá grana para bandido sim. Esse romantismo dos anos 60 e 70 (porra, faz tempo, heim…?) já acabou…aliás a USP está em processo de deterioração há tempos e ninguém tem coragem de dizer…

Dá um microfone para ele…

As minhas raízes católicas me fazem ir à missa vez ou outra, aos domingos. Neste, após um longo intervalo de tempo, fui e fiquei surpreso com o formato da missa. É uma mistura de samba-do-criolo-doido com valsa vienense. A praga do Marcelo Rossi invadiu de vez a igreja, é musiquinha prá lá, é musiquinha prá cá. É mãozinha prá lá, é mãozinha prá cá. Deviam dar um microfone ao invés do roteiro da missa, assim todos poderiam se sentir pop stars como ele. No meio da coisa toda enfiaram um kyrie eleison, lógico em latim, que ninguém sabe o que significa. Então quando não são os ritos dos carismáticos, que mais parecem os falsos profetas protestantes arrependidos, são os discípulos do Marcelo de Santo Amaro, espécie de Madona da igreja. Depois do medo da gripe mexicana, ninguém mais se importa em dar as mãos de maneira arcaica e sem propósito. Acho que é preciso repensar tudo isso para não cair em tentação(sic). A “multidão”, formada por fiéis que observam já o tempo da prorrogação ou pênaltis, mal conseguia ficar em pé. Não há jovens, só velhos carcomidos pelo pecado e pelo medo. A novidade é que até padre angolano está vindo cá para estas bandas. Meu medo são eles dizerem ao final: ô mulata difícil…

Assim falava Dimenstein

A coluna do Gilberto Dimenstein dá o mesmo tom que eu venho dizendo nos últimos dois posts, aqui no SaborDigital: não existe nada de democrático, de discussão madura ou de liberdade no protesto dos pseudo estudantes da USP. São apenas maconheiros à serviço…bem, à serviço do nada.

Manda prá Cachola…

Recebi alguns comentários e condolências sobre o meu post USP, Maconha e Política. Apenas observo aos meus queridíssimos e qualificados leitores, a quem prezo com muito carinho e respeito, que não sou fascista, muito menos desesperado, apenas não concordo que pessoas utilizem de forma incauta o predicado político associativo de forma abusiva para alardear os benefícios da canabis para outras mentes fracas. Não é de hoje que a USP sofre com o desrespeito de seu corpo diretivo, docente e discente. Uma instituição que deveria estar pensando no futuro está amarrada como bondage em tempos que não virão mais e que não remetem a nenhumn tipo de prazer. Acordem, a ditadura militar acabou há muito tempo, antes do muro de Berlim, inclusive. Acho que nem a velha Marilena Chauí sabe mais o que significa a palavra companheiro. A bandeira de luta está errada (desculpem militantes do PCO e PSTU), seus matizes são deformados e caquéticos. A luta de classes proposta é mal intencionada e descabida em nossa sociedade. Apenas míopes do retrógrado ainda militam seu discurso vazio e sem nenhum valor político. Já fumei muita maconha e sei de seus prazeres, mas também sei que as propostas de uso devem ser discutidas enquanto ainda seu uso ainda é ilegal. Esse protesto bossa nova, feito por burgueses disfarçados de militantes não confere status de porra nenhuma a ninguém, ao contrário, distancia a discussão séria para uma situação que poderia ser resolvida de acordo com a importância da USP. Mas ficou do tamanho de uma guerra de gangues universitárias que querem tirar proveito de uma situação extrema para faturar algum dos nerds do campus. Caras, vão prá casa usar seus tablets 3G…

p.s.: não posso deixar de dizer que a turminha da USP que inventou o PT e levou uma rasteira federal(sic) do Lula, até hoje está chorando o “passa-moleque” que levou…são as viúvas do sindicalismo corrupto que choram ter perdido a boquinha e se refastelam na canabis como loucos esquecidos…dá-lhe PSTU e PCO, partidos sem causa e sem razão…