Há tempos o comportamento feminino tem chamado a minha atenção. Salvo honrosas exceções (quando era garoto as exceções eram somente a mãe e a irmã), as mulheres têm pautado por um comportamento que se classificaria com reprovável na escala social que deveríamos almejar. Primeiro as mulheres estão perdendo sua característica mais importante que é a feminilidade. Sem isso a mulher é um homem sem, digamos, pinto. A graça da mulher sempre foi sua delicadeza, suas formas, seu comportamento. Hoje a mulher se comporta como um homem. Bebe cerveja, fala besteira, topa qualquer parada, querendo dessa forma estar mais próxima dos homens. Ocorre que as mulheres não são boa companhia para beber, nem para assistir a um futebol e muito menos para falar de outras de sua espécie, por que nós não falamos de cabelo, celulite, maquiagem…nós falamos de peitos, pernas, bundas, com ou sem celulite! Me perdoem as modernas, mas mulher jogando bola, lutando boxe ou discutindo futebol…não dá. O padrão de comportamento das adolescentes e meninas é absurdo. E o que elas não sabem é que os meninos não estão nem aí, eles só querem é diversão, e depois tome foto na internet. Perdoem-me os cientistas sociais, antropólogos, psicólogos, pedagogos, professores(nossa!) e outros doutos conhecedores sociais, mas essas crianças-adolescentes não possuem maturidade física, muito menos psicológica para viver a plenitude de uma vida afetiva e sexual completa. Trepar é fácil, o problema são as relações humanas decorrentes e que causam seqüelas irreparáveis. Os desvios comportamentais promovidos e incentivados pelas falanges da esquerda, sob o pretexto de liberdade e direitos individuais, vêm fomentando a ruptura familiar, moral, espiritual e pessoal íntima. E isso não é discurso TFP ou Opus Dei, mas uma experiência intensa com jovens e suas angústias, seus tropeços, erros e derrotas.

p.s.: ah!…se soubessem o que eu sei…